Skip to content
  • Empresa
  • Soluções
    • Impressoras CIJ – Hitachi
    • Compare as Impressoras Hitachi
    • Insumos Hitachi
    • Impressoras TIJ
    • Impressoras TTO
    • Serviços Especializados
  • Indústrias e Aplicações
    • Alimentícia
    • Ovos
    • Bebidas
    • Farmacêuticos
    • Automotiva
    • Cosméticos
    • Eletrônicos
    • Materiais de Construção
  • Blog
  • Contato
    • Principais Contatos
    • Trabalhe Conosco

Categoria: Blog

Manutenção preventiva de datador industrial: quando fazer, o que trocar e quanto custa adiar

Todo dia, em alguma fábrica no Brasil, um operador para a linha de produção para limpar o cabeçote da impressora. Depois de alguns meses fazendo isso, a limpeza diária vira rotina — e a rotina vira normalidade. O problema é que limpeza de cabeçote todo dia não é manutenção. É sintoma. A manutenção preventiva de uma impressora industrial existe exatamente para evitar que problemas como esse se instalem. Feita dentro do prazo correto, ela mantém o equipamento operando com eficiência máxima, evita falhas não programadas e prolonga significativamente a vida útil da máquina. Adiada sistematicamente, ela transforma um custo previsível e controlado em um custo emergencial — que aparece sempre na pior hora possível. Este artigo explica quando fazer a manutenção preventiva de um datador industrial, o que é verificado e trocado em cada revisão, e como calcular o custo real de adiar essa decisão. ✦ Resposta direta Manutenção preventiva de datador industrial é o conjunto de verificações, limpezas e substituições de componentes realizado em intervalos programados, antes que qualquer falha ocorra. Seu objetivo é manter o equipamento operando dentro das especificações do fabricante, evitar paradas não programadas e garantir que a qualidade de impressão permaneça dentro dos padrões exigidos pela legislação. Manutenção preventiva versus manutenção corretiva Manutenção preventiva acontece por agendamento, em intervalos definidos pelo fabricante — independentemente de o equipamento estar apresentando algum problema visível. O objetivo é antecipar o desgaste natural dos componentes antes que ele cause falha. Manutenção corretiva acontece depois que o problema já se manifestou — a linha já está parada, a urgência é total e o custo do atendimento é, em geral, significativamente maior do que teria sido se a manutenção preventiva tivesse sido feita no prazo. A lógica é a mesma de qualquer equipamento complexo: um carro que passa pela revisão nos prazos recomendados raramente para na estrada. No contexto industrial, o custo de uma parada não programada vai muito além do conserto do equipamento — ela para a linha, mobiliza a equipe de manutenção e atrasa pedidos. A cada quanto tempo fazer a manutenção preventiva Para as impressoras Hitachi da linha CIJ, os intervalos são organizados em três níveis: Nível 1 — Operacional diária (pelo operador) Verificação visual da qualidade de impressão, nível de tinta e solvente, limpeza externa do equipamento. Não envolve abertura do equipamento nem substituição de componentes. Nível 2 — Revisão periódica (técnico autorizado) Geralmente a cada 2.000 a 4.000 horas de operação, conforme indicação do painel do equipamento. Inclui verificação e limpeza do sistema de fluidos, verificação do cabeçote de impressão, troca de filtros e verificação de componentes eletrônicos. Nível 3 — Revisão completa (anual) Desmontagem parcial do sistema de fluidos, substituição de vedações, verificação de bombas e válvulas e recalibração completa do equipamento. Um diferencial importante da Hitachi: o equipamento não bloqueia a produção quando atinge o limite de manutenção. Ele emite um aviso no painel indicando que a revisão é necessária, mas continua operando. Isso dá à equipe de produção tempo para programar a parada sem interromper a linha de forma emergencial — algo que não acontece com a maioria dos concorrentes, cujos equipamentos simplesmente travam. Limpeza diária de cabeçote não é manutenção — é sintoma Um datador Hitachi bem calibrado, com insumo original e manutenção em dia, não precisa de limpeza de cabeçote diária. Quando a equipe começa a limpar toda manhã como condição para a impressora funcionar, isso indica: O insumo utilizado não é o original do fabricante — viscosidade fora da especificação A manutenção preventiva está atrasada e o sistema de fluidos está com acúmulo de resíduos O cabeçote tem desgaste que exige substituição Há problema de calibração de pressão ou temperatura no sistema Incorporar essa limpeza como “rotina normal” mascara o problema real e acelera o desgaste do cabeçote — que quando precisar ser substituído fora do planejamento terá um custo significativo. O custo real de adiar a manutenção preventiva Desgaste acelerado Componentes além da vida útil não degradam linearmente — o desgaste acelera e pode contaminar outros componentes do sistema. Manutenção emergencial Chamados com urgência custam significativamente mais do que revisões agendadas. Parada de linha Uma falha de 4 horas pode custar mais do que todas as manutenções preventivas do ano. Risco de autuação Impressões irregulares por equipamento deteriorado podem resultar em notificação da ANVISA. Como a Suljett realiza a manutenção preventiva A Suljett oferece contratos de manutenção preventiva para os equipamentos Hitachi instalados no Sul e no Nordeste. O atendimento é feito pela equipe técnica própria — os mesmos técnicos que instalaram o equipamento e conhecem o histórico de cada máquina. Cada manutenção inclui relatório técnico para uso em auditorias de qualidade. 📍 Joinville (SC) 📍 Porto Alegre (RS) 📍 Nordeste Perguntas frequentes Com que frequência fazer a manutenção preventiva da minha Hitachi? + Os intervalos variam por modelo e por volume de produção, mas as revisões periódicas de nível 2 geralmente acontecem a cada 2.000 a 4.000 horas de operação. O painel do equipamento indica quando a revisão está próxima. O mais seguro é agendar com o distribuidor autorizado antes que o aviso apareça. A Hitachi para automaticamente quando precisa de manutenção? + Não — esse é um diferencial importante da Hitachi. O equipamento emite um aviso no painel quando a manutenção está próxima, mas continua operando. Isso dá à equipe de produção tempo para programar a parada sem interromper a linha de forma emergencial — ao contrário de muitos concorrentes que simplesmente travam o equipamento. Posso fazer a manutenção preventiva internamente? + A manutenção de nível 1 — verificações diárias operacionais — é feita pelo próprio operador. As manutenções de nível 2 e 3, que envolvem abertura do sistema de fluidos, troca de componentes e recalibração, precisam ser realizadas por técnico especializado e certificado pelo fabricante. Manutenções por pessoal não autorizado podem invalidar a garantia. Minha impressora está funcionando bem. Preciso fazer a manutenção no prazo mesmo assim? + Sim. Um equipamento que “está funcionando bem” pode estar com filtros saturados, vedações no limite e cabeçote

ANVISA e validade obrigatória: o que sua indústria precisa saber para não ser autuada.

A data de validade na embalagem não é apenas uma informação útil para o consumidor — é uma exigência legal. Para qualquer indústria que produza alimentos, bebidas, cosméticos ou medicamentos no Brasil, a impressão correta de data de validade, data de fabricação e número de lote é obrigatória por lei e fiscalizada pela ANVISA. O problema é que muitas empresas desconhecem os detalhes técnicos das normas — o tamanho mínimo da fonte, o padrão de contraste exigido, quais informações precisam aparecer e em que formato. Essa lacuna cria risco real: produtos que saem da linha fora de conformidade, mesmo sem má intenção, podem gerar autuação, retenção de lote e, em casos mais graves, obrigação de recall. Este artigo explica o que as principais normas da ANVISA determinam sobre rotulagem e codificação industrial, quais setores são mais fiscalizados e como garantir que sua linha esteja sempre dentro dos padrões exigidos. ✦ Resposta direta A RDC 727/2022 da ANVISA obriga que todo alimento embalado apresente, de forma legível e indelével, a data de validade, a data de fabricação e o número de lote diretamente na embalagem. A informação deve estar em local visível, com fonte de tamanho mínimo de 1 mm de altura, em contraste com o fundo — e deve resistir ao manuseio normal do produto. O que diz a RDC 727/2022 A Resolução de Diretoria Colegiada 727, publicada pela ANVISA em 2022, é o principal marco regulatório para rotulagem de alimentos no Brasil. Os pontos mais relevantes para a codificação industrial são: Data de validade — todo alimento embalado deve indicar a data até a qual pode ser consumido com segurança, no formato dia/mês/ano ou mês/ano Data de fabricação — obrigatória para a maioria dos produtos, serve como referência de rastreabilidade Número de lote — obrigatório em todos os produtos alimentícios, deve permitir identificar o conjunto de produtos fabricados nas mesmas condições Legibilidade — fonte de altura mínima de 1 mm, em cor que contraste com o fundo da embalagem Indelibilidade — a impressão deve resistir ao manuseio normal do produto, incluindo umidade superficial e atrito O que diz a RDC 623/2022 A RDC 623/2022 complementa a anterior com foco em segurança física dos alimentos — a presença de contaminantes físicos como metais, vidro e plástico denso. Ela reforça a necessidade de rastreabilidade do lote como instrumento de gestão de risco. Na prática, a combinação das duas normas exige que a indústria garanta não apenas que o produto está dentro do prazo, mas que é possível identificar com precisão qual lote foi produzido, quando e em quais condições. Quais setores são mais fiscalizados Alimentos de alta perecibilidade Laticínios, carnes e derivados, pescados, ovos e produtos de panificação com recheio estão entre os mais monitorados. A vida útil curta e o risco microbiológico tornam a correta identificação de data de validade especialmente crítica. Bebidas Desde refrigerantes até sucos e bebidas alcoólicas, o setor tem fiscalização constante — especialmente em produtos que passam por processo de pasteurização ou envase asséptico. Farmacêutico e cosmético A ANVISA também regula a rotulagem de medicamentos, suplementos e cosméticos, com normas específicas para cada categoria. O setor farmacêutico tem ainda a exigência de serialização individual — o código DataMatrix regulamentado pela RDC 157 e pelo Sistema Nacional de Controle de Medicamentos (SNCM). O que acontece quando a codificação falha Autuação e multa — produtos inspecionados sem data de validade legível ou com informação incorreta geram autuação imediata Retenção de lote — produtos com irregularidade podem ser retidos pelo fiscal até regularização Recall compulsório — em casos onde a irregularidade representa risco real ao consumidor, a ANVISA pode determinar o recolhimento do produto do mercado Suspensão de funcionamento — para infrações reiteradas ou graves, a ANVISA pode suspender a autorização de funcionamento da planta Como a Suljett contribui para a conformidade A Suljett fornece equipamentos Hitachi certificados pela ISO 9001, com 5 anos de garantia e suporte técnico próprio no Sul e no Nordeste do Brasil. Para indústrias que precisam demonstrar conformidade em auditorias, a Suljett pode fornecer documentação técnica dos equipamentos e dos insumos utilizados — incluindo certificados de qualidade e rastreabilidade de fornecimento. 📍 Joinville (SC) 📍 Porto Alegre (RS) 📍 Nordeste Perguntas frequentes A data de validade precisa estar impressa diretamente na embalagem ou pode ser em etiqueta? + A RDC 727/2022 aceita ambas as formas, desde que a informação seja legível, indelével e esteja em local visível. A impressão direta na embalagem é mais comum em linhas de alto volume por ser mais rápida e menos sujeita a erros de aplicação de etiqueta. Qual o tamanho mínimo de fonte exigido pela ANVISA? + A norma estabelece altura mínima de 1 mm para os caracteres. Na prática, a maioria das impressoras industriais bem configuradas opera acima desse mínimo para garantir legibilidade mesmo em embalagens com fundo colorido ou texturizado. Minha linha é pequena e não tem inspeção frequente. Preciso me preocupar mesmo assim? + Sim. A fiscalização da ANVISA não avisa com antecedência e pode acontecer a qualquer momento — inclusive a partir de uma denúncia de consumidor. Além disso, grandes redes de varejo e indústrias compradoras fazem auditorias próprias nos fornecedores. Estar fora das normas pode resultar em perda de contrato antes de qualquer fiscalização. O número de lote pode ser o mesmo para toda a produção do dia? + Não necessariamente. O lote precisa identificar um conjunto de produtos fabricados nas mesmas condições. Dependendo do processo produtivo, pode haver mais de um lote por dia. O importante é que a rastreabilidade seja real: se um problema for identificado, o lote deve permitir localizar exatamente os produtos afetados. Meu equipamento de codificação atual atende às normas da ANVISA? + A resposta depende do estado de manutenção do equipamento, do insumo utilizado e da configuração de impressão. A forma mais segura de verificar é solicitar uma avaliação técnica com o distribuidor autorizado do equipamento. Sua linha está em conformidade com a ANVISA? Nossa equipe técnica avalia presencialmente as condições reais da sua operação. Atendemos

Insumo original ou similar: o que acontece com sua impressora quando você escolhe errado.

Toda vez que o estoque de tinta acaba, a mesma situação se repete em muitas indústrias: chega uma proposta com preço menor, o fornecedor garante que o produto é “compatível” com a sua impressora, e a decisão parece simples. Por que pagar mais pelo original? O problema não aparece no dia da compra. Ele aparece semanas ou meses depois — na forma de limpezas de cabeçote que passam de semanais para diárias, em paradas de linha cada vez mais frequentes, em manutenções corretivas que não estavam no orçamento. E quando o equipamento para definitivamente, a conta que parecia econômica revela seu tamanho real. Este artigo explica o que acontece tecnicamente quando se usa tinta ou solvente não original em uma impressora industrial, como calcular o custo real dessa decisão e por que o mercado brasileiro tem um problema específico com insumos paralelos. ✦ Resposta direta Insumo original é o consumível — tinta, solvente, solução de limpeza — desenvolvido e certificado pelo fabricante do equipamento para funcionar com as especificações técnicas daquela impressora. O insumo similar, também chamado de compatível, é produzido por terceiros e formulado para imitar as características do original, mas sem garantia de adequação às tolerâncias técnicas do equipamento. Por que a tinta importa tanto quanto o equipamento Uma impressora industrial de jato de tinta contínuo (CIJ) funciona com um sistema de fluidos altamente calibrado. A tinta é pressurizada, passa pelo cabeçote de impressão, forma gotículas com tamanho e trajetória controlados, e o excesso é recuperado e recirculado dentro do equipamento. Para que esse sistema funcione corretamente, a tinta precisa ter viscosidade, condutividade elétrica, tensão superficial e composição química dentro de faixas muito específicas. São essas variáveis que o fabricante calibra ao desenvolver o consumível original para o seu equipamento. Quando se usa uma tinta similar, mesmo que ela aparente ser igual visualmente, é muito difícil garantir que todas essas propriedades estejam nas faixas corretas. E as consequências começam a aparecer de forma gradual. O que acontece na prática quando se usa insumo não original Entupimento progressivo do cabeçote O cabeçote de impressão tem orifícios microscópicos pelos quais a tinta é projetada. Tintas com viscosidade incorreta ou partículas fora do padrão começam a depositar resíduos nesses orifícios. A impressão piora, a limpeza passa a ser necessária com mais frequência, até o ponto em que o cabeçote precisa ser substituído. Aumento da frequência de limpeza Uma impressora Hitachi bem calibrada com insumo original raramente exige limpeza de cabeçote diária. Quando a equipe começa a precisar limpar o cabeçote toda manhã antes de ligar a linha, esse é um sinal claro de que algo não está certo com o insumo. O problema é que essa rotina acaba sendo incorporada como “normal” na operação, quando na verdade é um sintoma. Instabilidade da impressão A qualidade da marcação fica irregular — impressões apagadas, caracteres incompletos, variação de contraste entre uma embalagem e outra. Em linhas que precisam atender às normas da ANVISA para legibilidade de data de validade e lote, essa instabilidade pode resultar em produtos fora de conformidade. Corrosão interna Alguns solventes similares têm composição química que não é compatível com as vedações, mangueiras e componentes internos da impressora. A degradação acontece de forma invisível e progressiva, até se manifestar em vazamentos ou falhas de componentes que exigem manutenção corretiva. Perda de garantia A maioria dos fabricantes de impressoras industriais deixa claro em contrato que o uso de insumos não originais invalida a garantia do equipamento. Isso significa que, ao optar pelo similar, a empresa assume integralmente os custos de qualquer falha. O cálculo que ninguém faz antes de decidir A comparação entre insumo original e similar quase sempre para no preço do frasco. É uma comparação incompleta. O custo real precisa incluir quatro variáveis que raramente entram na cotação: Custo de manutenção corretiva adicional — cada chamado técnico para resolver um problema causado por insumo inadequado tem um custo que pode superar meses de economia com o produto mais barato Custo de substituição antecipada de componentes — o cabeçote é o componente mais caro da impressora e com insumo similar sua vida útil pode ser reduzida significativamente Custo de parada de linha — em uma linha de produção de alimentos ou bebidas, cada minuto parado tem custo direto em produção perdida Custo de não conformidade — se a impressão falha e produtos saem da linha sem data de validade legível, o custo pode envolver descarte de lote, retrabalho ou autuação da ANVISA Por que o Brasil tem um problema específico com insumos paralelos Diferente da Europa, onde a adoção de produtos similares é menor porque o mercado é mais regulado, o Brasil tem um volume alto de insumos que circulam usando o nome ou o código de referência do fabricante original — como se fossem equivalentes diretos. Um exemplo prático: uma empresa recebe uma proposta de tinta com o código de referência de um produto Hitachi, mas produzida por um terceiro. O comprador, olhando apenas para o código e para o preço, pode entender que é o mesmo produto. Não é. A única forma de garantir que o insumo é genuíno é comprar diretamente do distribuidor autorizado do fabricante. Como a Suljett atua nessa frente A Suljett é distribuidora exclusiva da Hitachi no Sul e no Nordeste do Brasil. Os insumos fornecidos pela Suljett têm procedência garantida e rastreabilidade completa — sem intermediário entre a Hitachi e o cliente final. Em muitos casos, é possível reverter os efeitos do uso de similar com limpeza especializada e recalibração antes que o dano se torne irreversível. 📍 Joinville (SC) 📍 Porto Alegre (RS) 📍 Nordeste Perguntas frequentes Posso usar tinta similar sem invalidar a garantia? + Na maioria dos casos, não. Os contratos de garantia de fabricantes como a Hitachi estabelecem que o uso de insumos não originais invalida a cobertura. Antes de usar qualquer insumo alternativo, verifique os termos da garantia do seu equipamento com o distribuidor autorizado. A tinta similar vai danificar minha impressora imediatamente? + Não necessariamente de

Datador, codificador ou impressora industrial: o que cada nome significa e qual a diferença real.

Se você já pesquisou por datador industrial, codificador de embalagens ou impressora de validade e ficou em dúvida se estava falando de produtos diferentes, saiba que a confusão é muito mais comum do que parece — e tem uma razão simples: é o mesmo equipamento com nomes diferentes. Dependendo da região do Brasil, do setor industrial e até do cargo de quem está fazendo a busca, o nome muda. Um gerente de produção no Sul do Brasil pede um “datador”. O comprador de uma indústria alimentícia em São Paulo pode chamar de “codificador de embalagens”. O engenheiro de processos de uma empresa farmacêutica vai solicitar uma “impressora inkjet industrial”. Todos estão falando do mesmo tipo de equipamento. Neste artigo, você vai entender de uma vez por todas o que cada termo significa, quando eles se diferenciam de verdade e como escolher o equipamento certo para a sua linha de produção. ✦ Resposta direta Datador, codificador e impressora industrial são, na maioria das vezes, nomes diferentes para o mesmo equipamento: uma máquina que imprime informações variáveis — como data de validade, número de lote e código de barras — diretamente no produto ou na embalagem, em alta velocidade, sem parar a linha de produção. Por que existem tantos nomes para o mesmo produto? A variação de termos acontece por três razões principais. Regionalidade No Brasil, cada região desenvolveu um vocabulário próprio para os mesmos produtos industriais. No Sul — especialmente em Santa Catarina e Rio Grande do Sul — o termo “datador” é o mais comum. Em São Paulo e no Sudeste, “codificador” e “impressora de embalagens” aparecem com mais frequência. No Nordeste, “codificadora industrial” é o mais usado. Isso significa que um gerente de produção em Joinville e um comprador em Recife podem estar procurando exatamente o mesmo equipamento usando palavras completamente diferentes. Função em destaque Algumas denominações enfatizam o que o equipamento faz. “Datador” destaca a função de imprimir datas — de validade, de fabricação, de lote. “Codificador” destaca a capacidade de imprimir códigos — de barras, QR Code, DataMatrix. “Impressora industrial” é o termo mais genérico e técnico, usado especialmente por engenheiros e profissionais de compras que trabalham com especificações técnicas. Tecnologia subjacente Quando o profissional já conhece o mercado, ele pode usar o nome da tecnologia diretamente: inkjet, CIJ (jato de tinta contínuo), TIJ (jato de tinta térmico), TTO (transferência térmica), laser. Nesses casos, o termo indica um equipamento com características técnicas específicas. Quando os termos indicam diferenças reais Existem situações em que a escolha do termo importa porque indica tecnologias com características distintas. Datador por jato de tinta — inkjet / CIJ É a tecnologia mais versátil e mais comum no Brasil. Imprime em alta velocidade em praticamente qualquer superfície — garrafas PET, latas de alumínio, frascos de vidro, cabos elétricos, embalagens flexíveis. É o equipamento mais indicado para linhas de produção de alimentos, bebidas e produtos químicos. Datador térmico por transferência — TTO Usa uma fita de ribbon para transferir tinta para a embalagem por calor. Indicado para embalagens flexíveis — saquinhos, filmes de envase, blisters farmacêuticos. A impressão tem qualidade gráfica maior do que o inkjet, mas é mais indicada para superfícies macias e produtos que passam por embalagem contínua. Gravação a laser Não usa tinta. A marcação é permanente — não desbota, não apaga. Ideal para peças de metal, plásticos rígidos, vidros e produtos que passam por processos de esterilização. O custo de operação é muito baixo a longo prazo, mas o investimento inicial é maior. O que a legislação brasileira exige Independente do nome que você usa para o equipamento, a obrigação legal é a mesma. A RDC 727/2022 da ANVISA estabelece que todo produto alimentício embalado deve apresentar, de forma clara, legível e indelével, a data de validade, a data de fabricação e o número de lote diretamente na embalagem — com fonte de altura mínima de 1 mm. A não conformidade pode resultar em autuação, apreensão de produtos e proibição de comercialização. O custo de um equipamento de codificação adequado é significativamente menor do que o custo de um recall ou de uma interdição sanitária. Como a Suljett atua nesse mercado A Suljett é distribuidora exclusiva da Hitachi no Sul e no Nordeste do Brasil. Você compra, instala e chama suporte com a mesma empresa — sem repassar para terceiros. Os equipamentos Hitachi têm 5 anos de garantia e não bloqueiam a linha quando atingem o limite de manutenção. 📍 Joinville (SC) 📍 Porto Alegre (RS) 📍 Nordeste Perguntas frequentes Datador e codificador são a mesma coisa? + Na maioria dos casos, sim. Os dois termos descrevem equipamentos que imprimem informações variáveis — como data de validade, lote e código de barras — diretamente na embalagem durante a linha de produção. A diferença está no uso regional: “datador” é mais comum no Sul do Brasil, enquanto “codificador” prevalece no Sudeste e Nordeste. Qual tecnologia é melhor: inkjet ou laser? + Depende da aplicação. O inkjet é mais versátil e tem custo de entrada menor — indicado para a maioria das linhas de produção de alimentos e bebidas. O laser é mais indicado para marcação permanente em materiais rígidos (metal, vidro, plástico duro). Um especialista deve avaliar o substrato, a velocidade da linha e as condições do ambiente antes de recomendar a tecnologia. Toda linha de produção alimentícia precisa de um datador? + Sim, se o produto for destinado ao consumo humano. A RDC 727/2022 da ANVISA exige a impressão de data de validade e lote em toda embalagem de alimento. O descumprimento pode gerar autuação, apreensão de produtos e multa. Quanto custa um datador industrial? + O custo varia conforme a tecnologia, a velocidade da linha e as funcionalidades do equipamento. O mais importante é avaliar o custo total de operação ao longo de 5 a 10 anos — não apenas o preço inicial. Uma máquina mais barata que gera paradas frequentes ou exige insumos caros pode custar muito mais do que uma solução de maior valor inicial e

Insumos Originais HITACHI: Vantagens e Benefícios

Imagem com um frasco de tinta HITACHI 100% original

Na busca pela excelência nas impressões a jato de tinta, a escolha dos insumos certos desempenha um papel crucial. Quando se trata das impressoras Hitachi, optar por insumos originais, produzidos pelo mesmo fabricante do equipamento, oferece uma série de vantagens e benefícios que não devemos ignorar. Portanto vamos analisar os insumos Originais para Impressoras Hitachi: Vantagens e Benefícios. 1. Alta Tecnologia para Rendimento e Desempenho com insumos originais HITACHI Os insumos originais da Hitachi são criados com a mais alta tecnologia disponível no mercado de impressoras a jato de tinta. Portanto como líder global no segmento, a Hitachi investe em pesquisa e desenvolvimento para oferecer consumíveis que garantam alto rendimento e desempenho. 2. Menos Consertos e Interrupções na Produção Escolha insumos originais, você reduz a necessidade de consertos frequentes e limpezas da cabeça de impressão. Isso resulta em menos paradas na linha de produção, economizando tempo e evitando interrupções indesejadas. Além disso, a qualidade dos insumos originais também ajuda a economizar tinta e reduzir os gastos com reposição. 3. Maior Confiabilidade, uma das grandes vantagens nos insumos originais HITACHI Ninguém conhece sua impressora melhor do que o próprio fabricante. Portanto, optar por insumos originais da Hitachi é uma maneira de garantir a confiabilidade máxima em seus suprimentos. Os engenheiros projetaram os insumos originais especificamente para funcionar em harmonia com as impressoras da marca, proporcionando resultados consistentes e confiáveis. 4. Desempenho Eficiente e Evita Entupimentos Os insumos originais são calibrados individualmente para evitar entupimentos nos bicos das impressoras e ressecamento da tinta. Isso significa menos problemas técnicos e maior eficiência no processo de impressão. Além disso sua impressora continuará a operar sem interrupções desnecessárias, mantendo a produtividade em níveis ótimos. 5. Maior Rendimento e Durabilidade Os insumos originais foram desenvolvidos sob medida para as impressoras Hitachi. Isso resulta em um maior rendimento por cartucho ou tanque de tinta, o que se traduz em uma vantagem significativa a longo prazo. Além disso, a qualidade dos materiais utilizados nos insumos originais também contribui para a durabilidade da impressora, estendendo sua vida útil em até 10 anos. 6. Qualidade de Impressão Superior Uma das vantagens mais perceptíveis dos insumos originais é a qualidade de impressão superior que eles oferecem. Comparados aos insumos compatíveis, os originais produzem resultados de alta qualidade, sem falhas, manchas ou imperfeições no substrato. Dessa maneira, cada detalhe é reproduzido com precisão, garantindo impressões que atendam aos mais altos padrões de qualidade. Em um mercado cada vez mais competitivo, investir em insumos originais para suas impressoras Hitachi é uma escolha inteligente. Sendo assim, vantagens em termos de desempenho, confiabilidade, eficiência e qualidade de impressão são inegáveis. Optar por insumos originais não apenas melhora os resultados das impressões, mas também contribui para a produtividade e o sucesso a longo prazo de sua operação. Portanto, faça a escolha certa e aproveite todos os benefícios que os insumos originais da Hitachi têm a oferecer. Conheça a SULJETT, somos distribuidora oficial da HITACHI. Saiba mais sobre nós, veja no SITE Entre em contato conosco e adquira seus insumos AQUI

Regulamentação da indústria de alimentos: o que mudou?

Então, você sabe o que mudou na regulamentação da indústria de alimentos? Termina no dia 09 de outubro de 2023 para os alimentos em geral, o prazo para adequação as normas de parâmetros de rotulagens de alimentos, portanto, conheça algumas delas aqui e adeque as regras à sua empresa. Nos últimos anos, a indústria de alimentos tem passado por diversas mudanças em relação à sua regulamentação. Com o objetivo de garantir a segurança e a qualidade dos produtos oferecidos aos consumidores, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) tem atualizado as normas e requisitos para a fabricação, comercialização e rotulagem de alimentos. Recentemente, a ANVISA publicou uma série de novos atos que entraram em vigor a partir de setembro de 2022. Esses atos visam aprimorar a regulamentação da indústria de alimentos e garantir que os produtos oferecidos aos consumidores sejam seguros e de qualidade. Mudanças na rotulagem de alimentos Uma das principais mudanças trazidas pelos novos atos da ANVISA é em relação à rotulagem de alimentos. A partir de setembro de 2022, os fabricantes estão obrigados a incluir informações mais claras e precisas nos rótulos dos produtos. Entre as mudanças, destaca-se a obrigatoriedade de informar a presença de alergênicos nos alimentos, mesmo em casos de contaminação cruzada. Além disso, os rótulos deverão conter informações sobre a presença de ingredientes que possam causar efeitos adversos à saúde, como cafeína e álcool. Mais mudanças importantes Além das mudanças na rotulagem de alimentos, os novos atos da ANVISA também trazem outras alterações importantes para a indústria de alimentos. Entre elas, destacam-se a obrigatoriedade de registro de alimentos para fins especiais, como suplementos alimentares e alimentos infantis, e a proibição da utilização de aditivos alimentares que possam causar danos à saúde. Além disso, os fabricantes deverão seguir requisitos mais rigorosos em relação à higiene e segurança dos alimentos, incluindo a implementação de boas práticas de fabricação e a realização de testes microbiológicos para garantir a qualidade dos produtos. As novas regras para rotulagem de alimentos entraram em vigor no dia 9 de outubro de 2022. Além de mudanças na tabela de informação e nas alegações nutricionais, a novidade será a adoção da rotulagem nutricional frontal. Segundo a ANVISA, os novos atos — válidos de 1º de setembro de 2022 em diante — não alteraram os requisitos aos produtos abrangidos. A única exceção foram os novos parâmetros de rotulagem de alimentos, instituídos a partir de outubro de 2022. Prazos para Adequação das normas Por isso, é importante que as empresas estejam atentas ao prazo de adequação. Novos produtos lançados a partir de 9 de outubro de 2022 já devem estar com os rótulos adequados às novas regras. Para os produtos que já se encontram no mercado até a data, os prazos para adequação são: A Codificação Industrial e a regulamentação dos rótulos Além da rotulagem, outros principais dados a serem padronizados e regulamentados são os dados de datação e codificação dos produtos, portanto, constata-se que a eficácia da codificação na indústria de alimentos é vital. É ela que vai garantir maior qualidade e agilidade na cadeia produtiva, melhorando a lucratividade e aumentando a segurança dos itens. Conheça algumas soluções de codificação industrial AQUI! Outras Regulamentações É importante acompanhar também, além das novas normas relacionadas aos rótulos dos alimentos, o que a lei estabelece sobre o controle de contaminantes de metais nos alimentos. No Brasil, a Anvisa é a autoridade que tem competência legal para controlar a presença de metais pesados nos alimentos. Conforme a ANVISA, determinam-se regras para minimizar os riscos e garantir a segurança da população. Um dos mecanismos de controle é a Resolução RDC Nº 487, de 26 de março de 2021. Por isso, Veja aqui nossos equipamentos de detecção de metais para o processo de produção de alimentos. Fonte: Regulamentação da ANVISA de rotulagem dos alimentos embalados, veja na íntegra no link a seguir: http://antigo.anvisa.gov.br/documents/10181/2718376/RDC_727_2022_.pdf/5dda644d-a6ac-428e-bb08-203e2c43ccab Continue acompanhando nossos conteúdos, pois sempre temos algo especial de seu interesse! 😉

Processos geram QUALIDADE!

Veja os passos importantes para gerar qualidade através de processos, processos geram qualidade, descubra porque!

Índice de Proteção: Por que é tão importante?

A Suljett do Brasil se preocupa bastante com a qualidade do atendimento e qualidade dos nossos produtos, e é neste último tópico que vamos abordar hoje em nosso blog: ÍNDICE DE PROTEÇÃO. Afinal, o que significa um IP de segurança? E Como identificar qual o índice de proteção das nossas máquinas? O IP (Índice de Proteção) indica a resistência e a aplicabilidade do produto para uso interno ou externo dos ambientes, sejam eles para uso pessoal ou para uso em residências ou comércios. Como esses produtos geralmente são instalados em um lugar onde a temperatura ambiente, umidade, ruído ou vapor tóxico mudam a todo o momento, cuidados são necessários para a vida longa do produto/equipamento. E para isso, existe uma numeração de grau de proteção IP, que indica o quanto um produto pode ser exposto a essas condições ou não. O primeiro número corresponde ao grau de proteção contra objetos sólidos. O segundo número corresponde ao nível de proteção contra líquidos. Quanto maior o número, maior a resistência à entrada de objetos estranhos. TIPOS DE CLASSIFICAÇÃO DE IP O índice de proteção contra a poeira pode variar de 0 a 6. Entenda o que cada número significa: 0: o objeto não é protegido contra objetos sólidos; 1: protegido contra objetos sólidos a partir de 50 mm; 2: protegido contra objetos sólidos a partir de 12 mm; 3: protegido contra objetos sólidos a partir de 2,5 mm; 4: protegido contra objetos sólidos a partir de 1 mm; 5: tem alguma proteção contra poeira; 6: totalmente protegido contra a poeira. Já no caso da água e umidade, o índice de proteção pode variar entre 0 e 8: 0: o objeto não é protegido contra líquidos; 1: tem proteção contra gotas d’água caindo verticalmente; 2: tem proteção contra gotas d’água caindo verticalmente com invólucro inclinado até 15º; 3: protegido contra aspersão de água; 4: protegido contra projeções de água; 5: protegido contra jatos de água; 6: protegido contra jatos mais fortes de água; 7: protegido contra imersão temporária em água; 8: protegido contra a imersão contínua em água. Por exemplo, um dispositivo com nível de proteção IP20 não pode ser deixado em área externa porque não possui resistência à água, portanto, pode vir a danificar a parte interna instalada no dispositivo. Já um produto grau de proteção IP54 possui resistência em nível médio, pois possui proteção contra a poeira e projeções de água, ou seja, não é tão indicado para ambientes externos que sejam totalmente ao ar livre, mas podem ficar em locais externo que estejam cobertos.  Outro exemplo é o grau de proteção IP68, que não precisa ser instalado em um ambiente interno, já que ele tem proteção máxima contra objetos sólidos e contra água também. Nossos equipamentos estão todos entre IP 45 a 65, ou seja, são recomendados à ambientes bastante nocivos e desafiadores. Portanto, fale com um de nossos representantes comerciais e verifique o índice de proteção IP dos produtos que pensar em adquirir, pois estes saberão lhe informar qual equipamento melhor servirá para as demandas da sua indústria.

Hitachi UX-D150W: Por que escolher este modelo?

HITACHI UX-D150W características e destaques

HITACHI UX-D150W, características e destaques

Processos de Produção – Produtividade para sua empresa

Os processos de trabalho são atividades técnicas e gerenciais que se executadas de forma ordenadas e orientadas para resultados, agregam mais organização e produtividade para empresas. Seguem 6 dicas para melhorar seus processos: 1. ANALISE SEUS FLUXOS DE TRABALHO ATUAIS Você só pode ir de A a B se souber onde A está para começar. Dê uma olhada em seus fluxos de trabalho de três perspectivas. Pessoal – As pessoas certas com as habilidades certas estão no lugar certo na hora certa? Eles são específicos, mensuráveis, atribuíveis, realistas, relacionados ao tempo? Processos – Quando você mapeou e avaliou seus processos pela última vez? Onde estão os gargalos e obstáculos? Ferramentas e tecnologia – Todas as suas máquinas e equipamentos estão em boas condições? Você está usando a tecnologia mais relevante para atender aos seus requisitos críticos de negócios? E com que facilidade você pode alterar seus processos de produção?    2. MODERNIZE SEUS PROCESSOS E TECNOLOGIAS Depois de mapear seus fluxos de trabalho atuais, é hora de determinar se você deve modernizar ou melhorar seus processos e tecnologias. Você poderia automatizar certos processos? Você poderia usar um novo software para melhorar o planejamento, controle de estoque ou monitoramento? Você poderia substituir ou atualizar seus equipamentos e máquinas?    3. TREINE SUA EQUIPE Ao otimizar seus processos de produção, não se esqueça de atualizar sua equipe. Quanto melhor eles puderem operar e manter suas máquinas e equipamentos, menos provável será que a produção seja interrompida repentinamente. Ofereça ao seu pessoal a oportunidade de aprender novas habilidades e agendar sessões de treinamento sempre que instalar um novo equipamento. Acompanhe de perto a necessidade de cursos de reciclagem ou reciclagem.    4. MANTENHA SEU LOCAL DE TRABALHO LIMPO E ARRUMADO Um local de trabalho limpo e arrumado é uma pré-condição importante para processos de produção ideais. Arrume qualquer bagunça, bem como quaisquer peças sobressalentes e ferramentas não utilizadas que você deixou por aí. Disponha as estações de trabalho da forma mais eficiente possível para que as ferramentas sejam fáceis de encontrar e de ter à mão. Tente minimizar ao máximo a distância entre máquinas e ferramentas essenciais.   5. MELHORIA CONTÍNUA A melhoria contínua, também conhecida como Kaizen, é um dos pilares do método Lean. O objetivo é melhorar a produtividade, a qualidade, os custos e os tempos de resposta de forma gradual e iterativa, em vez de uma transformação única e em grande escala. Além disso, a melhoria contínua implica que a otimização dos processos é interminável e depende dos próprios funcionários para fazer essas mudanças e melhorias iterativas. É por isso que é importante fornecer treinamento e orientação, por exemplo, na forma de treinamento no local de trabalho. A melhoria contínua compreende três fases principais: Reúna sugestões – identifique e resuma os problemas Implemente sugestões – resolva os problemas identificados acima usando as sugestões coletadas Monitore e aprenda – avalie a eficácia das melhorias (isso também permite determinar quais sugestões de melhorias funcionam e se as equipes estão progredindo em taxas diferentes ou em graus variados).    6. PLANEJAMENTO DA FORÇA DE TRABALHO O planejamento da força de trabalho alinha as prioridades e os requisitos de uma organização aos de seu pessoal disponível. Ele aborda principalmente fatores como: Escopo – você tem atualmente uma série de aberturas de trabalho? Mix – você possui internamente a combinação de habilidades de que precisará hoje e amanhã? Custos – você tem um equilíbrio saudável entre seus custos trabalhistas e os requisitos de sua organização? Flexibilidade – sua força de trabalho é ágil e flexível o suficiente para responder às mudanças nas condições do mercado? O planejamento da força de trabalho facilita a otimização de seus custos operacionais, oferece maior controle sobre a rotatividade de pessoal, identifica possíveis lacunas de habilidades e ajuda a estabelecer os programas corretos de treinamento e educação. Nós da Suljett do Brasil, levamos cada um desses processos à risca, e tivemos excelentes resultados. Guarde cada dica destas, e verá que seus resultados e desempenhos irão ser positivos.

← mais antigas
Suljett do Brasil

A melhor solução em comercialização de impressoras/datadoras para codificação industrial e detectores de metais para linhas de produção industrial.

Produtos e Serviços

  • Codificadoras Industriais
  • Insumos
  • Serviços
  • Trabalhe conosco
  • Política de Privacidade
  • Codificadoras Industriais
  • Insumos
  • Serviços
  • Trabalhe conosco
  • Política de Privacidade

Inscreva-se para receber nossas novidades!

Fique por dentro das novidades da Suljett do Brasil!

©2025 - CNPJ: 13.197.778/0002-65 - Suljett do Brasil Comércio de Manufaturados e Serviços Ltda. - Todos os Direitos Reservados