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Datador, codificador ou impressora industrial: o que cada nome significa e qual a diferença real.

Se você já pesquisou por datador industrial, codificador de embalagens ou impressora de validade e ficou em dúvida se estava falando de produtos diferentes, saiba que a confusão é muito mais comum do que parece — e tem uma razão simples: é o mesmo equipamento com nomes diferentes.

Dependendo da região do Brasil, do setor industrial e até do cargo de quem está fazendo a busca, o nome muda. Um gerente de produção no Sul do Brasil pede um “datador”. O comprador de uma indústria alimentícia em São Paulo pode chamar de “codificador de embalagens”. O engenheiro de processos de uma empresa farmacêutica vai solicitar uma “impressora inkjet industrial”. Todos estão falando do mesmo tipo de equipamento.

Neste artigo, você vai entender de uma vez por todas o que cada termo significa, quando eles se diferenciam de verdade e como escolher o equipamento certo para a sua linha de produção.

✦ Resposta direta

Datador, codificador e impressora industrial são, na maioria das vezes, nomes diferentes para o mesmo equipamento: uma máquina que imprime informações variáveis — como data de validade, número de lote e código de barras — diretamente no produto ou na embalagem, em alta velocidade, sem parar a linha de produção.

Por que existem tantos nomes para o mesmo produto?

A variação de termos acontece por três razões principais.

Regionalidade

No Brasil, cada região desenvolveu um vocabulário próprio para os mesmos produtos industriais. No Sul — especialmente em Santa Catarina e Rio Grande do Sul — o termo “datador” é o mais comum. Em São Paulo e no Sudeste, “codificador” e “impressora de embalagens” aparecem com mais frequência. No Nordeste, “codificadora industrial” é o mais usado. Isso significa que um gerente de produção em Joinville e um comprador em Recife podem estar procurando exatamente o mesmo equipamento usando palavras completamente diferentes.

Função em destaque

Algumas denominações enfatizam o que o equipamento faz. “Datador” destaca a função de imprimir datas — de validade, de fabricação, de lote. “Codificador” destaca a capacidade de imprimir códigos — de barras, QR Code, DataMatrix. “Impressora industrial” é o termo mais genérico e técnico, usado especialmente por engenheiros e profissionais de compras que trabalham com especificações técnicas.

Tecnologia subjacente

Quando o profissional já conhece o mercado, ele pode usar o nome da tecnologia diretamente: inkjet, CIJ (jato de tinta contínuo), TIJ (jato de tinta térmico), TTO (transferência térmica), laser. Nesses casos, o termo indica um equipamento com características técnicas específicas.

Quando os termos indicam diferenças reais

Existem situações em que a escolha do termo importa porque indica tecnologias com características distintas.

Datador por jato de tinta — inkjet / CIJ

É a tecnologia mais versátil e mais comum no Brasil. Imprime em alta velocidade em praticamente qualquer superfície — garrafas PET, latas de alumínio, frascos de vidro, cabos elétricos, embalagens flexíveis. É o equipamento mais indicado para linhas de produção de alimentos, bebidas e produtos químicos.

Datador térmico por transferência — TTO

Usa uma fita de ribbon para transferir tinta para a embalagem por calor. Indicado para embalagens flexíveis — saquinhos, filmes de envase, blisters farmacêuticos. A impressão tem qualidade gráfica maior do que o inkjet, mas é mais indicada para superfícies macias e produtos que passam por embalagem contínua.

Gravação a laser

Não usa tinta. A marcação é permanente — não desbota, não apaga. Ideal para peças de metal, plásticos rígidos, vidros e produtos que passam por processos de esterilização. O custo de operação é muito baixo a longo prazo, mas o investimento inicial é maior.

O que a legislação brasileira exige

Independente do nome que você usa para o equipamento, a obrigação legal é a mesma. A RDC 727/2022 da ANVISA estabelece que todo produto alimentício embalado deve apresentar, de forma clara, legível e indelével, a data de validade, a data de fabricação e o número de lote diretamente na embalagem — com fonte de altura mínima de 1 mm.

A não conformidade pode resultar em autuação, apreensão de produtos e proibição de comercialização. O custo de um equipamento de codificação adequado é significativamente menor do que o custo de um recall ou de uma interdição sanitária.

Sua linha está em conformidade com a ANVISA? A RDC 727/2022 exige data de validade legível em toda embalagem de alimento.

Como a Suljett atua nesse mercado

A Suljett é distribuidora exclusiva da Hitachi no Sul e no Nordeste do Brasil. Você compra, instala e chama suporte com a mesma empresa — sem repassar para terceiros. Os equipamentos Hitachi têm 5 anos de garantia e não bloqueiam a linha quando atingem o limite de manutenção.

📍 Joinville (SC)
📍 Porto Alegre (RS)
📍 Nordeste

Perguntas frequentes

Na maioria dos casos, sim. Os dois termos descrevem equipamentos que imprimem informações variáveis — como data de validade, lote e código de barras — diretamente na embalagem durante a linha de produção. A diferença está no uso regional: “datador” é mais comum no Sul do Brasil, enquanto “codificador” prevalece no Sudeste e Nordeste.

Depende da aplicação. O inkjet é mais versátil e tem custo de entrada menor — indicado para a maioria das linhas de produção de alimentos e bebidas. O laser é mais indicado para marcação permanente em materiais rígidos (metal, vidro, plástico duro). Um especialista deve avaliar o substrato, a velocidade da linha e as condições do ambiente antes de recomendar a tecnologia.

Sim, se o produto for destinado ao consumo humano. A RDC 727/2022 da ANVISA exige a impressão de data de validade e lote em toda embalagem de alimento. O descumprimento pode gerar autuação, apreensão de produtos e multa.

O custo varia conforme a tecnologia, a velocidade da linha e as funcionalidades do equipamento. O mais importante é avaliar o custo total de operação ao longo de 5 a 10 anos — não apenas o preço inicial. Uma máquina mais barata que gera paradas frequentes ou exige insumos caros pode custar muito mais do que uma solução de maior valor inicial e menor custo operacional.

É preciso avaliar o substrato da embalagem, a velocidade da linha de produção, as condições do ambiente e o volume de produção. A Suljett oferece avaliação técnica presencial sem compromisso no Sul e no Nordeste do Brasil.

Precisa escolher o datador certo para sua linha?

Nossa equipe técnica avalia presencialmente as condições reais da sua operação antes de recomendar qualquer equipamento. Atendemos no Sul e no Nordeste do Brasil — sem intermediário.

Falar com um especialista da Suljett

Fontes: RDC 727/2022 — ANVISA

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