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Tag: Datador Industrial

Manutenção preventiva de datador industrial: quando fazer, o que trocar e quanto custa adiar

Todo dia, em alguma fábrica no Brasil, um operador para a linha de produção para limpar o cabeçote da impressora. Depois de alguns meses fazendo isso, a limpeza diária vira rotina — e a rotina vira normalidade. O problema é que limpeza de cabeçote todo dia não é manutenção. É sintoma. A manutenção preventiva de uma impressora industrial existe exatamente para evitar que problemas como esse se instalem. Feita dentro do prazo correto, ela mantém o equipamento operando com eficiência máxima, evita falhas não programadas e prolonga significativamente a vida útil da máquina. Adiada sistematicamente, ela transforma um custo previsível e controlado em um custo emergencial — que aparece sempre na pior hora possível. Este artigo explica quando fazer a manutenção preventiva de um datador industrial, o que é verificado e trocado em cada revisão, e como calcular o custo real de adiar essa decisão. ✦ Resposta direta Manutenção preventiva de datador industrial é o conjunto de verificações, limpezas e substituições de componentes realizado em intervalos programados, antes que qualquer falha ocorra. Seu objetivo é manter o equipamento operando dentro das especificações do fabricante, evitar paradas não programadas e garantir que a qualidade de impressão permaneça dentro dos padrões exigidos pela legislação. Manutenção preventiva versus manutenção corretiva Manutenção preventiva acontece por agendamento, em intervalos definidos pelo fabricante — independentemente de o equipamento estar apresentando algum problema visível. O objetivo é antecipar o desgaste natural dos componentes antes que ele cause falha. Manutenção corretiva acontece depois que o problema já se manifestou — a linha já está parada, a urgência é total e o custo do atendimento é, em geral, significativamente maior do que teria sido se a manutenção preventiva tivesse sido feita no prazo. A lógica é a mesma de qualquer equipamento complexo: um carro que passa pela revisão nos prazos recomendados raramente para na estrada. No contexto industrial, o custo de uma parada não programada vai muito além do conserto do equipamento — ela para a linha, mobiliza a equipe de manutenção e atrasa pedidos. A cada quanto tempo fazer a manutenção preventiva Para as impressoras Hitachi da linha CIJ, os intervalos são organizados em três níveis: Nível 1 — Operacional diária (pelo operador) Verificação visual da qualidade de impressão, nível de tinta e solvente, limpeza externa do equipamento. Não envolve abertura do equipamento nem substituição de componentes. Nível 2 — Revisão periódica (técnico autorizado) Geralmente a cada 2.000 a 4.000 horas de operação, conforme indicação do painel do equipamento. Inclui verificação e limpeza do sistema de fluidos, verificação do cabeçote de impressão, troca de filtros e verificação de componentes eletrônicos. Nível 3 — Revisão completa (anual) Desmontagem parcial do sistema de fluidos, substituição de vedações, verificação de bombas e válvulas e recalibração completa do equipamento. Um diferencial importante da Hitachi: o equipamento não bloqueia a produção quando atinge o limite de manutenção. Ele emite um aviso no painel indicando que a revisão é necessária, mas continua operando. Isso dá à equipe de produção tempo para programar a parada sem interromper a linha de forma emergencial — algo que não acontece com a maioria dos concorrentes, cujos equipamentos simplesmente travam. Limpeza diária de cabeçote não é manutenção — é sintoma Um datador Hitachi bem calibrado, com insumo original e manutenção em dia, não precisa de limpeza de cabeçote diária. Quando a equipe começa a limpar toda manhã como condição para a impressora funcionar, isso indica: O insumo utilizado não é o original do fabricante — viscosidade fora da especificação A manutenção preventiva está atrasada e o sistema de fluidos está com acúmulo de resíduos O cabeçote tem desgaste que exige substituição Há problema de calibração de pressão ou temperatura no sistema Incorporar essa limpeza como “rotina normal” mascara o problema real e acelera o desgaste do cabeçote — que quando precisar ser substituído fora do planejamento terá um custo significativo. O custo real de adiar a manutenção preventiva Desgaste acelerado Componentes além da vida útil não degradam linearmente — o desgaste acelera e pode contaminar outros componentes do sistema. Manutenção emergencial Chamados com urgência custam significativamente mais do que revisões agendadas. Parada de linha Uma falha de 4 horas pode custar mais do que todas as manutenções preventivas do ano. Risco de autuação Impressões irregulares por equipamento deteriorado podem resultar em notificação da ANVISA. Como a Suljett realiza a manutenção preventiva A Suljett oferece contratos de manutenção preventiva para os equipamentos Hitachi instalados no Sul e no Nordeste. O atendimento é feito pela equipe técnica própria — os mesmos técnicos que instalaram o equipamento e conhecem o histórico de cada máquina. Cada manutenção inclui relatório técnico para uso em auditorias de qualidade. 📍 Joinville (SC) 📍 Porto Alegre (RS) 📍 Nordeste Perguntas frequentes Com que frequência fazer a manutenção preventiva da minha Hitachi? + Os intervalos variam por modelo e por volume de produção, mas as revisões periódicas de nível 2 geralmente acontecem a cada 2.000 a 4.000 horas de operação. O painel do equipamento indica quando a revisão está próxima. O mais seguro é agendar com o distribuidor autorizado antes que o aviso apareça. A Hitachi para automaticamente quando precisa de manutenção? + Não — esse é um diferencial importante da Hitachi. O equipamento emite um aviso no painel quando a manutenção está próxima, mas continua operando. Isso dá à equipe de produção tempo para programar a parada sem interromper a linha de forma emergencial — ao contrário de muitos concorrentes que simplesmente travam o equipamento. Posso fazer a manutenção preventiva internamente? + A manutenção de nível 1 — verificações diárias operacionais — é feita pelo próprio operador. As manutenções de nível 2 e 3, que envolvem abertura do sistema de fluidos, troca de componentes e recalibração, precisam ser realizadas por técnico especializado e certificado pelo fabricante. Manutenções por pessoal não autorizado podem invalidar a garantia. Minha impressora está funcionando bem. Preciso fazer a manutenção no prazo mesmo assim? + Sim. Um equipamento que “está funcionando bem” pode estar com filtros saturados, vedações no limite e cabeçote

Datador, codificador ou impressora industrial: o que cada nome significa e qual a diferença real.

Se você já pesquisou por datador industrial, codificador de embalagens ou impressora de validade e ficou em dúvida se estava falando de produtos diferentes, saiba que a confusão é muito mais comum do que parece — e tem uma razão simples: é o mesmo equipamento com nomes diferentes. Dependendo da região do Brasil, do setor industrial e até do cargo de quem está fazendo a busca, o nome muda. Um gerente de produção no Sul do Brasil pede um “datador”. O comprador de uma indústria alimentícia em São Paulo pode chamar de “codificador de embalagens”. O engenheiro de processos de uma empresa farmacêutica vai solicitar uma “impressora inkjet industrial”. Todos estão falando do mesmo tipo de equipamento. Neste artigo, você vai entender de uma vez por todas o que cada termo significa, quando eles se diferenciam de verdade e como escolher o equipamento certo para a sua linha de produção. ✦ Resposta direta Datador, codificador e impressora industrial são, na maioria das vezes, nomes diferentes para o mesmo equipamento: uma máquina que imprime informações variáveis — como data de validade, número de lote e código de barras — diretamente no produto ou na embalagem, em alta velocidade, sem parar a linha de produção. Por que existem tantos nomes para o mesmo produto? A variação de termos acontece por três razões principais. Regionalidade No Brasil, cada região desenvolveu um vocabulário próprio para os mesmos produtos industriais. No Sul — especialmente em Santa Catarina e Rio Grande do Sul — o termo “datador” é o mais comum. Em São Paulo e no Sudeste, “codificador” e “impressora de embalagens” aparecem com mais frequência. No Nordeste, “codificadora industrial” é o mais usado. Isso significa que um gerente de produção em Joinville e um comprador em Recife podem estar procurando exatamente o mesmo equipamento usando palavras completamente diferentes. Função em destaque Algumas denominações enfatizam o que o equipamento faz. “Datador” destaca a função de imprimir datas — de validade, de fabricação, de lote. “Codificador” destaca a capacidade de imprimir códigos — de barras, QR Code, DataMatrix. “Impressora industrial” é o termo mais genérico e técnico, usado especialmente por engenheiros e profissionais de compras que trabalham com especificações técnicas. Tecnologia subjacente Quando o profissional já conhece o mercado, ele pode usar o nome da tecnologia diretamente: inkjet, CIJ (jato de tinta contínuo), TIJ (jato de tinta térmico), TTO (transferência térmica), laser. Nesses casos, o termo indica um equipamento com características técnicas específicas. Quando os termos indicam diferenças reais Existem situações em que a escolha do termo importa porque indica tecnologias com características distintas. Datador por jato de tinta — inkjet / CIJ É a tecnologia mais versátil e mais comum no Brasil. Imprime em alta velocidade em praticamente qualquer superfície — garrafas PET, latas de alumínio, frascos de vidro, cabos elétricos, embalagens flexíveis. É o equipamento mais indicado para linhas de produção de alimentos, bebidas e produtos químicos. Datador térmico por transferência — TTO Usa uma fita de ribbon para transferir tinta para a embalagem por calor. Indicado para embalagens flexíveis — saquinhos, filmes de envase, blisters farmacêuticos. A impressão tem qualidade gráfica maior do que o inkjet, mas é mais indicada para superfícies macias e produtos que passam por embalagem contínua. Gravação a laser Não usa tinta. A marcação é permanente — não desbota, não apaga. Ideal para peças de metal, plásticos rígidos, vidros e produtos que passam por processos de esterilização. O custo de operação é muito baixo a longo prazo, mas o investimento inicial é maior. O que a legislação brasileira exige Independente do nome que você usa para o equipamento, a obrigação legal é a mesma. A RDC 727/2022 da ANVISA estabelece que todo produto alimentício embalado deve apresentar, de forma clara, legível e indelével, a data de validade, a data de fabricação e o número de lote diretamente na embalagem — com fonte de altura mínima de 1 mm. A não conformidade pode resultar em autuação, apreensão de produtos e proibição de comercialização. O custo de um equipamento de codificação adequado é significativamente menor do que o custo de um recall ou de uma interdição sanitária. Como a Suljett atua nesse mercado A Suljett é distribuidora exclusiva da Hitachi no Sul e no Nordeste do Brasil. Você compra, instala e chama suporte com a mesma empresa — sem repassar para terceiros. Os equipamentos Hitachi têm 5 anos de garantia e não bloqueiam a linha quando atingem o limite de manutenção. 📍 Joinville (SC) 📍 Porto Alegre (RS) 📍 Nordeste Perguntas frequentes Datador e codificador são a mesma coisa? + Na maioria dos casos, sim. Os dois termos descrevem equipamentos que imprimem informações variáveis — como data de validade, lote e código de barras — diretamente na embalagem durante a linha de produção. A diferença está no uso regional: “datador” é mais comum no Sul do Brasil, enquanto “codificador” prevalece no Sudeste e Nordeste. Qual tecnologia é melhor: inkjet ou laser? + Depende da aplicação. O inkjet é mais versátil e tem custo de entrada menor — indicado para a maioria das linhas de produção de alimentos e bebidas. O laser é mais indicado para marcação permanente em materiais rígidos (metal, vidro, plástico duro). Um especialista deve avaliar o substrato, a velocidade da linha e as condições do ambiente antes de recomendar a tecnologia. Toda linha de produção alimentícia precisa de um datador? + Sim, se o produto for destinado ao consumo humano. A RDC 727/2022 da ANVISA exige a impressão de data de validade e lote em toda embalagem de alimento. O descumprimento pode gerar autuação, apreensão de produtos e multa. Quanto custa um datador industrial? + O custo varia conforme a tecnologia, a velocidade da linha e as funcionalidades do equipamento. O mais importante é avaliar o custo total de operação ao longo de 5 a 10 anos — não apenas o preço inicial. Uma máquina mais barata que gera paradas frequentes ou exige insumos caros pode custar muito mais do que uma solução de maior valor inicial e

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