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Tendências em marcações industriais para embalagens em 2026: tecnologia, conformidade e eficiência como pilares da produção

A marcação industrial em embalagens vem passando por uma transformação significativa nos últimos anos. O que antes era tratado apenas como uma etapa final da linha de produção, hoje assume um papel estratégico, diretamente ligado à qualidade, rastreabilidade, conformidade regulatória e eficiência operacional.

Com a chegada de 2026, a indústria enfrenta um cenário mais exigente, impulsionado por novas regulamentações, maior nível de fiscalização, digitalização dos processos e pressão constante por produtividade e redução de custos. Nesse contexto, compreender as principais tendências em marcação industrial torna-se essencial para empresas que buscam manter competitividade e segurança operacional.

1. A marcação como elemento central de conformidade e rastreabilidade

Uma das tendências mais consolidadas para 2026 é a consolidação da marcação como pilar de compliance industrial. Informações como lote, data de fabricação, validade, turnos, códigos internos e descrições técnicas precisam ser claras, legíveis, permanentes e confiáveis ao longo de toda a cadeia logística.

Setores como alimentos, bebidas, farmacêutico, cosméticos e químico já operam sob normas rigorosas, e a expectativa para os próximos anos é de endurecimento das exigências, principalmente relacionadas à rastreabilidade e à segurança do consumidor.

Nesse cenário, soluções de codificação industrial de alta precisão — como tecnologias CIJ, TIJ e TTO — tornam-se fundamentais para garantir qualidade de impressão consistente, redução de falhas humanas e conformidade com normas nacionais e internacionais.

2. Serialização e códigos variáveis ganham protagonismo

Outra tendência clara para 2026 é o avanço da serialização e dos códigos variáveis, que passam a ir além das informações básicas de lote e validade.

Cada vez mais, a indústria demanda:

  • códigos únicos por unidade;

  • serialização individual;

  • QR Codes e DataMatrix;

  • integração com bancos de dados e sistemas internos.

Essas práticas fortalecem a rastreabilidade, facilitam processos de recall, reduzem riscos de fraude e ampliam o controle sobre a produção. Para atender esse cenário, é essencial contar com soluções de codificação capazes de variar mensagens com rapidez, estabilidade e total confiabilidade.

3. Integração da marcação com sistemas e automação da linha

Em 2026, a marcação industrial deixa definitivamente de ser um processo isolado. A tendência é a integração total com sistemas de produção, como:

  • ERP;

  • controle de qualidade;

  • automação de linhas;

  • movimentadores industriais.

Essa integração reduz erros operacionais, elimina retrabalho, melhora a rastreabilidade e aumenta a previsibilidade da produção. Soluções modernas permitem troca rápida de mensagens, ajustes automáticos de layouts e controle centralizado das informações impressas.

A marcação passa a fazer parte de um ecossistema produtivo conectado, eficiente e orientado por dados.

4. Impressão em novos substratos e embalagens sustentáveis

O crescimento do uso de novos materiais de embalagem é outra forte tendência para 2026. Embalagens recicláveis, biodegradáveis, filmes flexíveis, papéis kraft e materiais de baixa gramatura impõem novos desafios para a codificação industrial.

Esses substratos exigem:

  • tintas específicas;

  • controle de secagem;

  • alta precisão de impressão;

  • contraste e legibilidade consistentes.

A escolha inadequada da tecnologia de marcação pode gerar falhas graves, impactando diretamente a qualidade, a rastreabilidade e a conformidade do produto. Nesse cenário, a avaliação técnica da aplicação torna-se indispensável.

5. Qualidade e padronização visual como exigência de mercado

Em 2026, não haverá espaço para marcações ilegíveis, inconsistentes ou fora de padrão. A qualidade visual da impressão passa a ser um requisito crítico, impulsionado por auditorias, normas de qualidade, exigências de grandes varejistas e mercados de exportação.

A padronização envolve:

  • legibilidade mínima garantida;

  • posicionamento correto na embalagem;

  • repetibilidade ao longo do tempo;

  • estabilidade mesmo em altas velocidades de linha.

Falhas nesse processo impactam diretamente auditorias, recalls, credibilidade da marca e relacionamento com o mercado.

6. Redução da dependência operacional e do erro humano

Outra tendência relevante é a busca por operações mais previsíveis e menos dependentes do operador. Interfaces intuitivas, mensagens pré-configuradas, bloqueios de erro e setups rápidos tornam-se cada vez mais comuns.

Esse movimento reduz desperdícios, retrabalho e paradas não programadas, além de elevar o nível de confiabilidade do processo produtivo.

7. Sustentabilidade operacional e eficiência de custos

A sustentabilidade em 2026 ultrapassa o discurso ambiental e entra de forma definitiva no campo operacional e financeiro. A indústria busca soluções que entreguem:

  • menor consumo de insumos;

  • redução de descartes;

  • maior vida útil dos equipamentos;

  • menos intervenções técnicas.

A codificação industrial eficiente impacta diretamente indicadores como OEE, custo por unidade produzida e previsibilidade da operação.

8. Marcação como evidência em auditorias e processos regulatórios

Uma tendência crescente, especialmente em setores regulados, é o uso da marcação como evidência documental em auditorias, processos regulatórios e investigações de qualidade.

Quando a marcação falha, a empresa perde sua evidência. Por isso, a codificação deixa de ser apenas operacional e passa a ocupar um papel central na governança industrial.

Conclusão: preparação para os desafios de 2026

Em 2026, a marcação industrial em embalagens será ainda mais estratégica, conectada à qualidade, conformidade, rastreabilidade e eficiência produtiva. Investir em soluções modernas, confiáveis e integradas não é mais uma opção — é uma necessidade para garantir competitividade e segurança operacional.

A Suljett atua como parceira estratégica da indústria, oferecendo tecnologia, conhecimento técnico e soluções adequadas para cada desafio, apoiando empresas na preparação para as exigências do mercado atual e futuro.

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