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Tag: Codificação Industrial

Manutenção preventiva de datador industrial: quando fazer, o que trocar e quanto custa adiar

Todo dia, em alguma fábrica no Brasil, um operador para a linha de produção para limpar o cabeçote da impressora. Depois de alguns meses fazendo isso, a limpeza diária vira rotina — e a rotina vira normalidade. O problema é que limpeza de cabeçote todo dia não é manutenção. É sintoma. A manutenção preventiva de uma impressora industrial existe exatamente para evitar que problemas como esse se instalem. Feita dentro do prazo correto, ela mantém o equipamento operando com eficiência máxima, evita falhas não programadas e prolonga significativamente a vida útil da máquina. Adiada sistematicamente, ela transforma um custo previsível e controlado em um custo emergencial — que aparece sempre na pior hora possível. Este artigo explica quando fazer a manutenção preventiva de um datador industrial, o que é verificado e trocado em cada revisão, e como calcular o custo real de adiar essa decisão. ✦ Resposta direta Manutenção preventiva de datador industrial é o conjunto de verificações, limpezas e substituições de componentes realizado em intervalos programados, antes que qualquer falha ocorra. Seu objetivo é manter o equipamento operando dentro das especificações do fabricante, evitar paradas não programadas e garantir que a qualidade de impressão permaneça dentro dos padrões exigidos pela legislação. Manutenção preventiva versus manutenção corretiva Manutenção preventiva acontece por agendamento, em intervalos definidos pelo fabricante — independentemente de o equipamento estar apresentando algum problema visível. O objetivo é antecipar o desgaste natural dos componentes antes que ele cause falha. Manutenção corretiva acontece depois que o problema já se manifestou — a linha já está parada, a urgência é total e o custo do atendimento é, em geral, significativamente maior do que teria sido se a manutenção preventiva tivesse sido feita no prazo. A lógica é a mesma de qualquer equipamento complexo: um carro que passa pela revisão nos prazos recomendados raramente para na estrada. No contexto industrial, o custo de uma parada não programada vai muito além do conserto do equipamento — ela para a linha, mobiliza a equipe de manutenção e atrasa pedidos. A cada quanto tempo fazer a manutenção preventiva Para as impressoras Hitachi da linha CIJ, os intervalos são organizados em três níveis: Nível 1 — Operacional diária (pelo operador) Verificação visual da qualidade de impressão, nível de tinta e solvente, limpeza externa do equipamento. Não envolve abertura do equipamento nem substituição de componentes. Nível 2 — Revisão periódica (técnico autorizado) Geralmente a cada 2.000 a 4.000 horas de operação, conforme indicação do painel do equipamento. Inclui verificação e limpeza do sistema de fluidos, verificação do cabeçote de impressão, troca de filtros e verificação de componentes eletrônicos. Nível 3 — Revisão completa (anual) Desmontagem parcial do sistema de fluidos, substituição de vedações, verificação de bombas e válvulas e recalibração completa do equipamento. Um diferencial importante da Hitachi: o equipamento não bloqueia a produção quando atinge o limite de manutenção. Ele emite um aviso no painel indicando que a revisão é necessária, mas continua operando. Isso dá à equipe de produção tempo para programar a parada sem interromper a linha de forma emergencial — algo que não acontece com a maioria dos concorrentes, cujos equipamentos simplesmente travam. Limpeza diária de cabeçote não é manutenção — é sintoma Um datador Hitachi bem calibrado, com insumo original e manutenção em dia, não precisa de limpeza de cabeçote diária. Quando a equipe começa a limpar toda manhã como condição para a impressora funcionar, isso indica: O insumo utilizado não é o original do fabricante — viscosidade fora da especificação A manutenção preventiva está atrasada e o sistema de fluidos está com acúmulo de resíduos O cabeçote tem desgaste que exige substituição Há problema de calibração de pressão ou temperatura no sistema Incorporar essa limpeza como “rotina normal” mascara o problema real e acelera o desgaste do cabeçote — que quando precisar ser substituído fora do planejamento terá um custo significativo. O custo real de adiar a manutenção preventiva Desgaste acelerado Componentes além da vida útil não degradam linearmente — o desgaste acelera e pode contaminar outros componentes do sistema. Manutenção emergencial Chamados com urgência custam significativamente mais do que revisões agendadas. Parada de linha Uma falha de 4 horas pode custar mais do que todas as manutenções preventivas do ano. Risco de autuação Impressões irregulares por equipamento deteriorado podem resultar em notificação da ANVISA. Como a Suljett realiza a manutenção preventiva A Suljett oferece contratos de manutenção preventiva para os equipamentos Hitachi instalados no Sul e no Nordeste. O atendimento é feito pela equipe técnica própria — os mesmos técnicos que instalaram o equipamento e conhecem o histórico de cada máquina. Cada manutenção inclui relatório técnico para uso em auditorias de qualidade. 📍 Joinville (SC) 📍 Porto Alegre (RS) 📍 Nordeste Perguntas frequentes Com que frequência fazer a manutenção preventiva da minha Hitachi? + Os intervalos variam por modelo e por volume de produção, mas as revisões periódicas de nível 2 geralmente acontecem a cada 2.000 a 4.000 horas de operação. O painel do equipamento indica quando a revisão está próxima. O mais seguro é agendar com o distribuidor autorizado antes que o aviso apareça. A Hitachi para automaticamente quando precisa de manutenção? + Não — esse é um diferencial importante da Hitachi. O equipamento emite um aviso no painel quando a manutenção está próxima, mas continua operando. Isso dá à equipe de produção tempo para programar a parada sem interromper a linha de forma emergencial — ao contrário de muitos concorrentes que simplesmente travam o equipamento. Posso fazer a manutenção preventiva internamente? + A manutenção de nível 1 — verificações diárias operacionais — é feita pelo próprio operador. As manutenções de nível 2 e 3, que envolvem abertura do sistema de fluidos, troca de componentes e recalibração, precisam ser realizadas por técnico especializado e certificado pelo fabricante. Manutenções por pessoal não autorizado podem invalidar a garantia. Minha impressora está funcionando bem. Preciso fazer a manutenção no prazo mesmo assim? + Sim. Um equipamento que “está funcionando bem” pode estar com filtros saturados, vedações no limite e cabeçote

ANVISA e validade obrigatória: o que sua indústria precisa saber para não ser autuada.

A data de validade na embalagem não é apenas uma informação útil para o consumidor — é uma exigência legal. Para qualquer indústria que produza alimentos, bebidas, cosméticos ou medicamentos no Brasil, a impressão correta de data de validade, data de fabricação e número de lote é obrigatória por lei e fiscalizada pela ANVISA. O problema é que muitas empresas desconhecem os detalhes técnicos das normas — o tamanho mínimo da fonte, o padrão de contraste exigido, quais informações precisam aparecer e em que formato. Essa lacuna cria risco real: produtos que saem da linha fora de conformidade, mesmo sem má intenção, podem gerar autuação, retenção de lote e, em casos mais graves, obrigação de recall. Este artigo explica o que as principais normas da ANVISA determinam sobre rotulagem e codificação industrial, quais setores são mais fiscalizados e como garantir que sua linha esteja sempre dentro dos padrões exigidos. ✦ Resposta direta A RDC 727/2022 da ANVISA obriga que todo alimento embalado apresente, de forma legível e indelével, a data de validade, a data de fabricação e o número de lote diretamente na embalagem. A informação deve estar em local visível, com fonte de tamanho mínimo de 1 mm de altura, em contraste com o fundo — e deve resistir ao manuseio normal do produto. O que diz a RDC 727/2022 A Resolução de Diretoria Colegiada 727, publicada pela ANVISA em 2022, é o principal marco regulatório para rotulagem de alimentos no Brasil. Os pontos mais relevantes para a codificação industrial são: Data de validade — todo alimento embalado deve indicar a data até a qual pode ser consumido com segurança, no formato dia/mês/ano ou mês/ano Data de fabricação — obrigatória para a maioria dos produtos, serve como referência de rastreabilidade Número de lote — obrigatório em todos os produtos alimentícios, deve permitir identificar o conjunto de produtos fabricados nas mesmas condições Legibilidade — fonte de altura mínima de 1 mm, em cor que contraste com o fundo da embalagem Indelibilidade — a impressão deve resistir ao manuseio normal do produto, incluindo umidade superficial e atrito O que diz a RDC 623/2022 A RDC 623/2022 complementa a anterior com foco em segurança física dos alimentos — a presença de contaminantes físicos como metais, vidro e plástico denso. Ela reforça a necessidade de rastreabilidade do lote como instrumento de gestão de risco. Na prática, a combinação das duas normas exige que a indústria garanta não apenas que o produto está dentro do prazo, mas que é possível identificar com precisão qual lote foi produzido, quando e em quais condições. Quais setores são mais fiscalizados Alimentos de alta perecibilidade Laticínios, carnes e derivados, pescados, ovos e produtos de panificação com recheio estão entre os mais monitorados. A vida útil curta e o risco microbiológico tornam a correta identificação de data de validade especialmente crítica. Bebidas Desde refrigerantes até sucos e bebidas alcoólicas, o setor tem fiscalização constante — especialmente em produtos que passam por processo de pasteurização ou envase asséptico. Farmacêutico e cosmético A ANVISA também regula a rotulagem de medicamentos, suplementos e cosméticos, com normas específicas para cada categoria. O setor farmacêutico tem ainda a exigência de serialização individual — o código DataMatrix regulamentado pela RDC 157 e pelo Sistema Nacional de Controle de Medicamentos (SNCM). O que acontece quando a codificação falha Autuação e multa — produtos inspecionados sem data de validade legível ou com informação incorreta geram autuação imediata Retenção de lote — produtos com irregularidade podem ser retidos pelo fiscal até regularização Recall compulsório — em casos onde a irregularidade representa risco real ao consumidor, a ANVISA pode determinar o recolhimento do produto do mercado Suspensão de funcionamento — para infrações reiteradas ou graves, a ANVISA pode suspender a autorização de funcionamento da planta Como a Suljett contribui para a conformidade A Suljett fornece equipamentos Hitachi certificados pela ISO 9001, com 5 anos de garantia e suporte técnico próprio no Sul e no Nordeste do Brasil. Para indústrias que precisam demonstrar conformidade em auditorias, a Suljett pode fornecer documentação técnica dos equipamentos e dos insumos utilizados — incluindo certificados de qualidade e rastreabilidade de fornecimento. 📍 Joinville (SC) 📍 Porto Alegre (RS) 📍 Nordeste Perguntas frequentes A data de validade precisa estar impressa diretamente na embalagem ou pode ser em etiqueta? + A RDC 727/2022 aceita ambas as formas, desde que a informação seja legível, indelével e esteja em local visível. A impressão direta na embalagem é mais comum em linhas de alto volume por ser mais rápida e menos sujeita a erros de aplicação de etiqueta. Qual o tamanho mínimo de fonte exigido pela ANVISA? + A norma estabelece altura mínima de 1 mm para os caracteres. Na prática, a maioria das impressoras industriais bem configuradas opera acima desse mínimo para garantir legibilidade mesmo em embalagens com fundo colorido ou texturizado. Minha linha é pequena e não tem inspeção frequente. Preciso me preocupar mesmo assim? + Sim. A fiscalização da ANVISA não avisa com antecedência e pode acontecer a qualquer momento — inclusive a partir de uma denúncia de consumidor. Além disso, grandes redes de varejo e indústrias compradoras fazem auditorias próprias nos fornecedores. Estar fora das normas pode resultar em perda de contrato antes de qualquer fiscalização. O número de lote pode ser o mesmo para toda a produção do dia? + Não necessariamente. O lote precisa identificar um conjunto de produtos fabricados nas mesmas condições. Dependendo do processo produtivo, pode haver mais de um lote por dia. O importante é que a rastreabilidade seja real: se um problema for identificado, o lote deve permitir localizar exatamente os produtos afetados. Meu equipamento de codificação atual atende às normas da ANVISA? + A resposta depende do estado de manutenção do equipamento, do insumo utilizado e da configuração de impressão. A forma mais segura de verificar é solicitar uma avaliação técnica com o distribuidor autorizado do equipamento. Sua linha está em conformidade com a ANVISA? Nossa equipe técnica avalia presencialmente as condições reais da sua operação. Atendemos

Insumo original ou similar: o que acontece com sua impressora quando você escolhe errado.

Toda vez que o estoque de tinta acaba, a mesma situação se repete em muitas indústrias: chega uma proposta com preço menor, o fornecedor garante que o produto é “compatível” com a sua impressora, e a decisão parece simples. Por que pagar mais pelo original? O problema não aparece no dia da compra. Ele aparece semanas ou meses depois — na forma de limpezas de cabeçote que passam de semanais para diárias, em paradas de linha cada vez mais frequentes, em manutenções corretivas que não estavam no orçamento. E quando o equipamento para definitivamente, a conta que parecia econômica revela seu tamanho real. Este artigo explica o que acontece tecnicamente quando se usa tinta ou solvente não original em uma impressora industrial, como calcular o custo real dessa decisão e por que o mercado brasileiro tem um problema específico com insumos paralelos. ✦ Resposta direta Insumo original é o consumível — tinta, solvente, solução de limpeza — desenvolvido e certificado pelo fabricante do equipamento para funcionar com as especificações técnicas daquela impressora. O insumo similar, também chamado de compatível, é produzido por terceiros e formulado para imitar as características do original, mas sem garantia de adequação às tolerâncias técnicas do equipamento. Por que a tinta importa tanto quanto o equipamento Uma impressora industrial de jato de tinta contínuo (CIJ) funciona com um sistema de fluidos altamente calibrado. A tinta é pressurizada, passa pelo cabeçote de impressão, forma gotículas com tamanho e trajetória controlados, e o excesso é recuperado e recirculado dentro do equipamento. Para que esse sistema funcione corretamente, a tinta precisa ter viscosidade, condutividade elétrica, tensão superficial e composição química dentro de faixas muito específicas. São essas variáveis que o fabricante calibra ao desenvolver o consumível original para o seu equipamento. Quando se usa uma tinta similar, mesmo que ela aparente ser igual visualmente, é muito difícil garantir que todas essas propriedades estejam nas faixas corretas. E as consequências começam a aparecer de forma gradual. O que acontece na prática quando se usa insumo não original Entupimento progressivo do cabeçote O cabeçote de impressão tem orifícios microscópicos pelos quais a tinta é projetada. Tintas com viscosidade incorreta ou partículas fora do padrão começam a depositar resíduos nesses orifícios. A impressão piora, a limpeza passa a ser necessária com mais frequência, até o ponto em que o cabeçote precisa ser substituído. Aumento da frequência de limpeza Uma impressora Hitachi bem calibrada com insumo original raramente exige limpeza de cabeçote diária. Quando a equipe começa a precisar limpar o cabeçote toda manhã antes de ligar a linha, esse é um sinal claro de que algo não está certo com o insumo. O problema é que essa rotina acaba sendo incorporada como “normal” na operação, quando na verdade é um sintoma. Instabilidade da impressão A qualidade da marcação fica irregular — impressões apagadas, caracteres incompletos, variação de contraste entre uma embalagem e outra. Em linhas que precisam atender às normas da ANVISA para legibilidade de data de validade e lote, essa instabilidade pode resultar em produtos fora de conformidade. Corrosão interna Alguns solventes similares têm composição química que não é compatível com as vedações, mangueiras e componentes internos da impressora. A degradação acontece de forma invisível e progressiva, até se manifestar em vazamentos ou falhas de componentes que exigem manutenção corretiva. Perda de garantia A maioria dos fabricantes de impressoras industriais deixa claro em contrato que o uso de insumos não originais invalida a garantia do equipamento. Isso significa que, ao optar pelo similar, a empresa assume integralmente os custos de qualquer falha. O cálculo que ninguém faz antes de decidir A comparação entre insumo original e similar quase sempre para no preço do frasco. É uma comparação incompleta. O custo real precisa incluir quatro variáveis que raramente entram na cotação: Custo de manutenção corretiva adicional — cada chamado técnico para resolver um problema causado por insumo inadequado tem um custo que pode superar meses de economia com o produto mais barato Custo de substituição antecipada de componentes — o cabeçote é o componente mais caro da impressora e com insumo similar sua vida útil pode ser reduzida significativamente Custo de parada de linha — em uma linha de produção de alimentos ou bebidas, cada minuto parado tem custo direto em produção perdida Custo de não conformidade — se a impressão falha e produtos saem da linha sem data de validade legível, o custo pode envolver descarte de lote, retrabalho ou autuação da ANVISA Por que o Brasil tem um problema específico com insumos paralelos Diferente da Europa, onde a adoção de produtos similares é menor porque o mercado é mais regulado, o Brasil tem um volume alto de insumos que circulam usando o nome ou o código de referência do fabricante original — como se fossem equivalentes diretos. Um exemplo prático: uma empresa recebe uma proposta de tinta com o código de referência de um produto Hitachi, mas produzida por um terceiro. O comprador, olhando apenas para o código e para o preço, pode entender que é o mesmo produto. Não é. A única forma de garantir que o insumo é genuíno é comprar diretamente do distribuidor autorizado do fabricante. Como a Suljett atua nessa frente A Suljett é distribuidora exclusiva da Hitachi no Sul e no Nordeste do Brasil. Os insumos fornecidos pela Suljett têm procedência garantida e rastreabilidade completa — sem intermediário entre a Hitachi e o cliente final. Em muitos casos, é possível reverter os efeitos do uso de similar com limpeza especializada e recalibração antes que o dano se torne irreversível. 📍 Joinville (SC) 📍 Porto Alegre (RS) 📍 Nordeste Perguntas frequentes Posso usar tinta similar sem invalidar a garantia? + Na maioria dos casos, não. Os contratos de garantia de fabricantes como a Hitachi estabelecem que o uso de insumos não originais invalida a cobertura. Antes de usar qualquer insumo alternativo, verifique os termos da garantia do seu equipamento com o distribuidor autorizado. A tinta similar vai danificar minha impressora imediatamente? + Não necessariamente de

Datador, codificador ou impressora industrial: o que cada nome significa e qual a diferença real.

Se você já pesquisou por datador industrial, codificador de embalagens ou impressora de validade e ficou em dúvida se estava falando de produtos diferentes, saiba que a confusão é muito mais comum do que parece — e tem uma razão simples: é o mesmo equipamento com nomes diferentes. Dependendo da região do Brasil, do setor industrial e até do cargo de quem está fazendo a busca, o nome muda. Um gerente de produção no Sul do Brasil pede um “datador”. O comprador de uma indústria alimentícia em São Paulo pode chamar de “codificador de embalagens”. O engenheiro de processos de uma empresa farmacêutica vai solicitar uma “impressora inkjet industrial”. Todos estão falando do mesmo tipo de equipamento. Neste artigo, você vai entender de uma vez por todas o que cada termo significa, quando eles se diferenciam de verdade e como escolher o equipamento certo para a sua linha de produção. ✦ Resposta direta Datador, codificador e impressora industrial são, na maioria das vezes, nomes diferentes para o mesmo equipamento: uma máquina que imprime informações variáveis — como data de validade, número de lote e código de barras — diretamente no produto ou na embalagem, em alta velocidade, sem parar a linha de produção. Por que existem tantos nomes para o mesmo produto? A variação de termos acontece por três razões principais. Regionalidade No Brasil, cada região desenvolveu um vocabulário próprio para os mesmos produtos industriais. No Sul — especialmente em Santa Catarina e Rio Grande do Sul — o termo “datador” é o mais comum. Em São Paulo e no Sudeste, “codificador” e “impressora de embalagens” aparecem com mais frequência. No Nordeste, “codificadora industrial” é o mais usado. Isso significa que um gerente de produção em Joinville e um comprador em Recife podem estar procurando exatamente o mesmo equipamento usando palavras completamente diferentes. Função em destaque Algumas denominações enfatizam o que o equipamento faz. “Datador” destaca a função de imprimir datas — de validade, de fabricação, de lote. “Codificador” destaca a capacidade de imprimir códigos — de barras, QR Code, DataMatrix. “Impressora industrial” é o termo mais genérico e técnico, usado especialmente por engenheiros e profissionais de compras que trabalham com especificações técnicas. Tecnologia subjacente Quando o profissional já conhece o mercado, ele pode usar o nome da tecnologia diretamente: inkjet, CIJ (jato de tinta contínuo), TIJ (jato de tinta térmico), TTO (transferência térmica), laser. Nesses casos, o termo indica um equipamento com características técnicas específicas. Quando os termos indicam diferenças reais Existem situações em que a escolha do termo importa porque indica tecnologias com características distintas. Datador por jato de tinta — inkjet / CIJ É a tecnologia mais versátil e mais comum no Brasil. Imprime em alta velocidade em praticamente qualquer superfície — garrafas PET, latas de alumínio, frascos de vidro, cabos elétricos, embalagens flexíveis. É o equipamento mais indicado para linhas de produção de alimentos, bebidas e produtos químicos. Datador térmico por transferência — TTO Usa uma fita de ribbon para transferir tinta para a embalagem por calor. Indicado para embalagens flexíveis — saquinhos, filmes de envase, blisters farmacêuticos. A impressão tem qualidade gráfica maior do que o inkjet, mas é mais indicada para superfícies macias e produtos que passam por embalagem contínua. Gravação a laser Não usa tinta. A marcação é permanente — não desbota, não apaga. Ideal para peças de metal, plásticos rígidos, vidros e produtos que passam por processos de esterilização. O custo de operação é muito baixo a longo prazo, mas o investimento inicial é maior. O que a legislação brasileira exige Independente do nome que você usa para o equipamento, a obrigação legal é a mesma. A RDC 727/2022 da ANVISA estabelece que todo produto alimentício embalado deve apresentar, de forma clara, legível e indelével, a data de validade, a data de fabricação e o número de lote diretamente na embalagem — com fonte de altura mínima de 1 mm. A não conformidade pode resultar em autuação, apreensão de produtos e proibição de comercialização. O custo de um equipamento de codificação adequado é significativamente menor do que o custo de um recall ou de uma interdição sanitária. Como a Suljett atua nesse mercado A Suljett é distribuidora exclusiva da Hitachi no Sul e no Nordeste do Brasil. Você compra, instala e chama suporte com a mesma empresa — sem repassar para terceiros. Os equipamentos Hitachi têm 5 anos de garantia e não bloqueiam a linha quando atingem o limite de manutenção. 📍 Joinville (SC) 📍 Porto Alegre (RS) 📍 Nordeste Perguntas frequentes Datador e codificador são a mesma coisa? + Na maioria dos casos, sim. Os dois termos descrevem equipamentos que imprimem informações variáveis — como data de validade, lote e código de barras — diretamente na embalagem durante a linha de produção. A diferença está no uso regional: “datador” é mais comum no Sul do Brasil, enquanto “codificador” prevalece no Sudeste e Nordeste. Qual tecnologia é melhor: inkjet ou laser? + Depende da aplicação. O inkjet é mais versátil e tem custo de entrada menor — indicado para a maioria das linhas de produção de alimentos e bebidas. O laser é mais indicado para marcação permanente em materiais rígidos (metal, vidro, plástico duro). Um especialista deve avaliar o substrato, a velocidade da linha e as condições do ambiente antes de recomendar a tecnologia. Toda linha de produção alimentícia precisa de um datador? + Sim, se o produto for destinado ao consumo humano. A RDC 727/2022 da ANVISA exige a impressão de data de validade e lote em toda embalagem de alimento. O descumprimento pode gerar autuação, apreensão de produtos e multa. Quanto custa um datador industrial? + O custo varia conforme a tecnologia, a velocidade da linha e as funcionalidades do equipamento. O mais importante é avaliar o custo total de operação ao longo de 5 a 10 anos — não apenas o preço inicial. Uma máquina mais barata que gera paradas frequentes ou exige insumos caros pode custar muito mais do que uma solução de maior valor inicial e

Processos geram QUALIDADE!

Veja os passos importantes para gerar qualidade através de processos, processos geram qualidade, descubra porque!

Codificação e marcação industrial para tubos e conexões

Veja uma seleção de impressoras industriais indicadas para atender as necessidades de codificação e marcação para diferentes tipos de produtos e embalagens das industrias fabricantes de tubos e conexões.  — Na escolha por impressoras industriais para a codificação de tubos e conexões é importante encontrar equipamentos que atendam critérios de facilidade na aplicação de diferentes superfícies (PVC, PET, PEAD) sem perder a qualidade de impressão.  Opções de jato contínuo de tinta (CIJ) ou a laser poderão ser escolhidas para atender praticamente qualquer superfície.  Também importante, a alta produtividade e rendimento integrado ao seu sistema de produção são vantagens que merecem atenção. As impressoras de tecnologia japonesa Hitachi permitem 5 anos de garantia e baixo custo de manutenção, totalmente alinhadas às normativas brasileiras. Conheça alguns modelos: Impressoras Inkjet Hitachi UX-D140W Por que é indicado para codificação na indústria de conexões? A impressora de alta resolução UX-D140W é ideal para aplicações de micro impressão, onde a legibilidade é crítica e o espaço de impressão é limitado.  Clique aqui para ver mais: https://suljett.com/impressoras-hitachi-ux-d140w-micro-caracter/  Impressoras Inkjet Hitachi UX- Séries D Por que é indicado para codificação na indústria de tubos e conexões? Reduza seu custo de operação com até 40% de uso mais eficiente de solventes* Suporta ambientes severos de lavagem Projeto higiênico seguindo as diretrizes da indústria Inovador design de cabeça de impressão melhora a velocidade em até 20% em certas aplicações Integre-se aos sistemas de fábrica usando protocolos padrão do setor com módulos de fluxo de trabalho opcionais  Reduza significativamente o erro do operador por meio do avançado  Acesse instruções de vídeo incorporadas guiadas para tarefas rotineiras da impressora Acesse especialistas técnicos com o toque de um botão através do Serviço Remoto  *Em comparação com os modelos de linha RX existentes Clique aqui para ver mais: https://suljett.com/hitachi-ux-series-d/ 

Codificação e marcação para eletrônicos e componentes elétricos

Veja uma seleção de impressoras industriais indicadas para atender as necessidades de codificação e marcação para diferentes tipos de produtos e embalagens da indústria de fabricação eletrônicos e componentes elétricos.  — Na escolha por impressoras industriais para a codificação de eletrônicos e componentes elétricos é importante encontrar equipamentos que atendam critérios de facilidade na aplicação de diferentes superfícies (plástico, metal, ferro) sem perder a qualidade de impressão.  Opções de jato contínuo de tinta (CIJ) ou a laser poderão ser escolhidas para atender praticamente qualquer superfície.  Também importante, a alta produtividade e rendimento integrado ao seu sistema de produção são vantagens que merecem atenção. As impressoras de tecnologia japonesa Hitachi permitem 5 anos de garantia e baixo custo de manutenção, totalmente alinhadas às normativas brasileiras. Conheça alguns modelos: Impressoras Inkjet Hitachi UX-D140W Por que é indicado para codificação na indústria de eletrônicos e componentes elétricos? A impressora de alta resolução UX-D140W é ideal para aplicações de micro impressão, onde a legibilidade é crítica e o espaço de impressão é limitado.  Clique aqui para ver mais: https://suljett.com/impressoras-hitachi-ux-d140w-micro-caracter/  Impressoras Inkjet Hitachi UX- Séries D Por que é indicado para codificação na indústria de eletrônicos e componentes elétricos? Reduza seu custo de operação com até 40% de uso mais eficiente de solventes* Suporta ambientes severos de lavagem Projeto higiênico seguindo as diretrizes da indústria Inovador design de cabeça de impressão melhora a velocidade em até 20% em certas aplicações Integre-se aos sistemas de fábrica usando protocolos padrão do setor com módulos de fluxo de trabalho opcionais  Reduza significativamente o erro do operador por meio do avançado  Acesse instruções de vídeo incorporadas guiadas para tarefas rotineiras da impressora Acesse especialistas técnicos com o toque de um botão através do Serviço Remoto  *Em comparação com os modelos de linha RX existentes Clique aqui para saber as principais diferenças entre as impressoras Hitachi Comparativo técnico impressoras Hitachi – Codificadoras Industriais – Especificações Técnicas

Como planejar a limpeza da sua impressora industrial ou detector de metais

Vai sair de férias? Aproveite o recesso ou baixo volume de produção para fazer a limpeza correta do seu equipamento. Confira nossas dicas: A limpeza e a parada correta é de fundamental importância no bom funcionamento do seu equipamento, em curto, médio e longo prazo. Esse cuidado precisa ser periódico, ou seja, deve estar inserido e programado para acontecer no processo de manutenção do equipamento ao final de cada ano em paradas acima de 5 dias. A limpeza vai refletir no futuro tanto do equipamento, quanto da própria indústria, evitando o mau funcionamento no retorno de suas férias. Por que limpar sua máquina industrial periodicamente? A preocupação de um administrador com a limpeza de máquinas industriais é percebida por funcionários, clientes e fornecedores, que passam a ver no empreendimento uma responsabilidade com a atividade à qual ele é diretamente ligado. Além disso, a periodicidade da limpeza previne acidentes por falta de manutenção preventiva, visto que a limpeza é um item importante e essencial nesse processo. Uma máquina limpa realiza com maior eficiência sua atividade-fim, pois estará menos suscetível ao acúmulo de sujeira e detritos que podem causar falhas na regulagem e interrupções não programadas. A limpeza facilita, ainda, a visualização de eventuais defeitos e é uma das responsáveis por prevenir anormalidades no equipamento. Uma dica valiosa: é importante gerar no trabalhador que tem contato com as máquinas industriais um sentimento de propriedade e de responsabilidade com seu equipamento. Desse modo, as interrupções das atividades que precisam ser feitas durante a limpeza não serão realizadas com negligência ou falta de vontade. Para os supervisores, o ideal é que se tenha a mesma visão com relação à limpeza das máquinas industriais, ou seja, não há prejuízo para a produção que precisa parar momentaneamente por ocasião da manutenção. Limpar uma máquina industrial periodicamente evita investimentos em novos equipamentos antes do tempo adequado, pois este deverá manter boas perspectivas com relação às suas condições de operações. O que pode acontecer caso a limpeza da máquina industrial não seja eficiente? Os prejuízos com a realização inadequada da limpeza na máquina industrial podem comprometer seriamente a permanência da indústria no mercado. Desde o uso do produto inadequado, passando pela inobservância dos manuais e condições de segurança das máquinas, a ineficiência gera dividendos que poderiam ter sido evitados com cuidados básicos. Abaixo, citamos alguns prejuízos de uma limpeza ineficiente: Queda da produção: Utilizar um produto inadequado durante a limpeza industrial pode vir a causar uma queda no setor de produção, visto que este equipamento poderá funcionar aquém da sua capacidade de fabricação. Desperdício de tempo ou de matéria-prima: Tempo é dinheiro. Quando uma máquina industrial precisa ser desativada durante um período não programado para verificação de anomalias que poderiam ser evitadas se houvesse a limpeza adequada, o prejuízo é consequência certa. Desgaste do equipamento: Uma máquina pode funcionar de maneira incorreta quando está incrustada com resíduos ou com problemas de entupimento em seu sistema hidráulico, por exemplo. Um equipamento que não atinge condições plenas de funcionamento por falta de limpeza pode vir a dificultar a visualização de problemas, visto que ele passa a esconder (com a sujeira) eventuais desvios na operação. Como o processo de limpeza é feito? A limpeza de máquinas industriais é feita em algumas etapas e para melhor entendimento e eficácia do serviço é importante entrar em contato conosco que lhe damos o suporte necessário para a realização desta limpeza correta. Nesse ponto, alertamos os gestores e supervisores responsáveis pela manutenção da importância de se utilizar produtos com referência e eficazes para cada tipo de equipamento. A garantia de sucesso nessa etapa do desenvolvimento da atividade industrial é alcançada também quando os funcionários ligados diretamente ao equipamento são informados sobre a importância das limpezas periódicas. É com esse entrosamento entre supervisor, funcionário e equipamento que o processo será feito naturalmente. A limpeza periódica de sua máquina industrial está sendo realizada regularmente?

Codificação para produtos do setor Automotivo

Veja uma seleção de impressoras industriais para codificação e marcação de peças e produtos automotivos. Na escolha por impressoras industriais para a codificação de peças automotivas é importante atender alguns critérios fundamentais para a eficiência do processo. Os produtos deste setor possuem variadas formas, tamanhos e materiais. De componentes de segurança automotiva (cintos de segurança, Airbag, etc), componentes de mecanismo e sistema de transmissão, pneus, chassis a linhas de combustível e fluido – Opções de jato contínuo de tinta (CIJ) ou a laser poderão ser escolhidas para atender praticamente qualquer superfície. Também importante, a alta produtividade e rendimento integrado ao seu sistema de produção são vantagens que merecem atenção. As impressoras de tecnologia japonesa Hitachi permitem 5 anos de garantia e baixo custo de manutenção, totalmente alinhadas às normativas. Conheça alguns modelos: Impressoras Inkjet Hitachi UX-D140W Por que é indicado para codificação na indústria automotiva? A impressora de alta resolução UX-D140W é ideal para aplicações de micro impressão, onde a legibilidade é crítica e o espaço de impressão é limitado. Ver modelo completo: Clique Aqui Impressoras Inkjet Hitachi UX- Séries D Reduza seu custo de operação com até 40% de uso mais eficiente de solventes * Suporta ambientes severos de lavagem Projeto higiênico seguindo as diretrizes da indústria Inovador design de cabeça de impressão melhora a velocidade em até 20% em certas aplicações Integre-se aos sistemas de fábrica usando protocolos padrão do setor com módulos de fluxo de trabalho opcionais *Em comparação com os modelos de linha RX existentes Reduza significativamente o erro do operador por meio do avançado Acesse instruções de vídeo incorporadas guiadas para tarefas rotineiras da impressora Acesse especialistas técnicos com o toque de um botão através do Serviço Remoto Ver modelo completo: Clique Aqui

Suljett do Brasil inaugura nova sede em Porto Alegre

A partir de investimentos em uma nova sede, maior e mais moderna, a Suljett do Brasil anuncia a ampliação de sua capacidade operacional no Sul do Brasil. Parte integrante da estratégia mercadológica que vem sendo implementada pela Suljett do Brasil de atender a indústria em todas as suas necessidades tecnológicas – desde a impressão de pequenos caracteres, com impressoras Hitachi, a detectores de metais Fortress Tecnology. Esse novo espaço também garante maior agilidade de atendimento. “Estamos muito contentes com a aquisição da nova sede. Toda estrutura que preparamos aqui irá refletir em um atendimento cada vez melhor e mais completo para nossos clientes”, enfatiza Alex Carvalho, diretor da Suljett do Brasil. Instalado em uma área de cerca de 1400 m2, o novo Centro Logístico abriga estoque de consumíveis, peças de reposição e equipamentos, um maior show room para a apresentação de codificadoras ink jet e detectores de metais ainda oferece espaço para treinamentos, não só dos profissionais da empresa e de suas filais, como também da indústria em geral no uso e aprendizado das codificadoras Hitachi e detectores Fortress. Sobre a Suljett A Suljett do Brasil, com 15 anos de mercado, é a empresa especializada em codificação industrial e detectores de metais que mais cresce no sul do país. Oferecendo equipamentos líderes em qualidade e tecnologia, a Suljett conta também com venda de consumíveis e uma equipe técnica com ampla experiência na manutenção dos equipamentos.

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A melhor solução em comercialização de impressoras/datadoras para codificação industrial e detectores de metais para linhas de produção industrial.

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