Impressão em ovos: Importância da marcação

A marcação de lote, validade e fabricação nos ovos, assim como outras marcações servem para manter os consumidores informados e principalmente para permitir o rastreamento dos produtos. Com os ovos devidamente codificados, é possível rastrear a origem e identificação deles por lote, permitindo com eficiência atuação em casos de recalls, retirando do mercado todos aqueles que estiverem no lote com problemas. Além de: • Também ajuda a identificar cada produto desde a produção, por quais locais fora armazenado e até o consumo; • O consumidor terá muito mais confiança em ter estes dados; • Estímulo à competitividade pela qualidade, facilitando a identificação e a escolha de produtos regularizados pelos consumidores. A impressão da data de validade nos ovos e outros dados de rastreabilidade exige uma impressora e tinta específica para atender as necessidades especiais desta aplicação. A Suljett possui essa solução de equipamento e insumos e estamos sempre a disposição para tirar suas dúvidas. Saiba mais: Confira o novo prazo para impressão obrigatória de ovos com data de validade Sua codificação industrial está atendendo às exigências do mercado?
Impressora UX-D151W imprime até 3173 caracteres por segundo

A impressora UX-D151W faz parte da popular série UX de impressoras CIJ da Hitachi e foi projetada para atender às necessidades de marcação e codificação de alta velocidade de fabricantes e fornecedores em uma ampla variedade de setores, incluindo aqueles que produzem garrafas PET, cabeamento e embalagens de filme . Você consegue acreditar que uma impressora é capaz de imprimir até 3.173 caracteres por segundo, estamos falando de 190.380 caracteres por minuto e 11.422.800 de caracteres por hora, isso mesmo, mais de 11 milhões de caracteres por hora. É impressão pra caramba! Isso só é possível devido a tecnologia empregada na impressora UX-D151W que além de ser um equipamento recomendado para impressão de micro caracteres, também tem como principal característica a impressão High Speed, alta velocidade de impressão. Desempenho confiável de impressão de alta velocidade Ela é capaz de imprimir até 3.173 caracteres por segundo e até quatro linhas de texto com um único cabeçote de impressão. Seu controle de viscosidade avançado significa que o sistema pode maximizar a qualidade de impressão em alta velocidade. Sistema de controle de impressão para melhores resultados O sistema de controle de impressão entrelaçado da Hitachi para o UX-D150W melhora a qualidade e a velocidade de impressão para impressão de alta velocidade de linha única e oferece vantagens semelhantes mesmo quando são necessárias várias linhas de impressão. Interface intuitiva e fácil de usar A unidade incorpora uma tela de toque LCD TFT colorida de 10,4″ simples para facilitar o controle e a navegação, oferecendo a capacidade de visualizar imagens finalizadas e verificar quando os níveis de tinta estão baixos por meio de um display gráfico baseado em ícones. Sistema de cartucho seguro e sem erros de tinta e maquiagem da impressora são projetados para serem facilmente trocados sem interromper a produção e para evitar erros devido à impressão com a tinta errada ou instalação da referência errada. Desempenho confiável mesmo em ambientes desafiadores O design de aço inoxidável do UX-D150W oferece proteção padrão IP65 contra entrada de poeira e jatos de água de baixa pressão de qualquer direção. Também é adequado para uso em temperaturas que variam de 0° a 40°C. Essa bela impressora apresentada da Hitachi você encontra disponível em nosso mix de produtos, confira abaixo os contatos dos nossos especialistas de atendimento. 📍 Porto Alegre/RS Av. João Passuelo, 342 – Vila Nova ☎ 51 3243-6062 | 51 3243-6017 📍 Joinville/SC R. Dona Francisca 4808 – Santo Antônio ☎ 47 3013 1900 | 47 3013-1987
Afinal qual a função dos códigos de barras?

Os códigos de barras, também chamados de código universal de produtos, são basicamente, uma representação gráfica dos números que aparecem abaixo da imagem. As barras brancas e pretas representam um código binário, ou seja: um traço preto ou branco equivale a um bit, sendo que cada algarismo é representado por 7 bits. Ao ser passado sobre o código, o equipamento usado para a leitura entende as mensagens enviadas pelas cores, sendo que o branco reflete a luz e o preto a absorve. Dessa forma, o sistema informatizado consegue entender as duas reações, decifrar o código e saber qual item passou pela leitura. Criado, inicialmente, para aumentar a velocidade da saída de produtos no varejo, o código de barras teve seu uso estendido para notas fiscais, boletos, envelopes, crachás e outros tipos de materiais, sendo largamente aproveitado em segmentos como bancos, bibliotecas, hospitais, entre outros. O número impresso abaixo dos códigos de barras é parecido a um documento de identidade, que pode ser aplicado a um item específico ou a um conjunto de itens. Isso permite que as empresas os utilize para aumentar controle de linhas produção ou processos, facilitando a entrada e saída de informações em sistemas automatizados. Cada um dos tipos de código de barras possui uma lógica para leitura, de acordo com suas dimensões, o desenho da barra e a ordem dos números. Independente do modelo, a sequência numérica fornecida pelas barras faz com que o equipamento de leitura identifique, imediatamente, que item ou conjunto é aquele. Utilização do código de barras agiliza o processo de venda, já que identifica o produto no sistema de cobrança e faturamento, ou seja, ele automatiza o processo de identificação do produto com o código de barras lido pelo scanner. Ele garante maior controle de estoque, já que a contagem passa a ser mais rápida e prática. A Identificação também garante o controle de estoques perecíveis, já que o código classifica os itens e produtos pelo prazo de validade. Todos os insumos e matérias-primas são classificadas e registradas para facilitar a identificação antes e depois de enviar para produção. Garante o rastreio de lotes, assim identifica qual o lote adequado para despacho ou utilização. Automatiza o despacho de materiais e produtos, facilitando a distribuição, transporte e logística. O código de barras permite que a empresa tenha maior controle nos processos de estoque, rastreio de produtos, monitoramento de vendas e compras, além de garantir a padronização de entrada e saída de todos os itens da sua empresa, insumos ou produtos. Nós da Suljett trabalhamos com impressoras que fazem a impressão de códigos de barras, assim como impressão de lote, validade e outras variáveis. Quando precisar de alguma destas soluções, saiba que estaremos a sua disposição.
Suljett do Brasil inaugura nova Unidade de Joinville

Com muita alegria e satisfação que, dia 18 de dezembro de 2021, inauguramos a nova unidade de Joinville da Suljett do Brasil. Há um pouco mais de três anos estávamos inaugurando a Unidade própria em Porto Alegre e com este novo capítulo ganhamos mais espaço, agilidade nos processos e mais capacidade de produção. Mesmo em meio a uma pandemia, com a economia mundial retraída e tudo indicando que seria difícil, a Suljett seguiu em frente cumprindo sua missão, atendendo com excelência e entregando produtos de qualidade, tecnologia e inovação. A jornada até aqui foi difícil, porém, continuamos buscando as melhores soluções e, principalmente, entendendo cada vez mais o que mercado industrial merece. Foi necessário, novamente, aumentar nosso espaço de trabalho e desta vez foi em Joinville, no norte de Santa Catarina. Nossa nova Unidade conta com cerca 1000 m² de área construída, com estrutura moderna e robusta que nos permitirá a ampliação da nossa área de atuação. Aproveitamos, também, a oportunidade para agradecer a todos que estiveram conosco durante todos esses anos e acreditaram em nossa entrega. Estamos de portas abertas para receber nossos clientes, parceiros e fornecedores em nossa nova casa. Desta forma, seguiremos realizando um trabalho extraordinário e revolucionando o mercado de soluções industriais. Podem contar conosco, pois a Suljett é do Brasil!
O que trava sua linha de produção?

A linha de produção é o coração de uma indústria, quando funciona de forma plena impacta positivamente todos os outros setores como financeiro, comercial, administrativo, entre outros. Mas infelizmente, é bem comum haver gargalos na produção, e o papel do gestor é identificá-los, mapear as causas e buscar soluções. Um gargalo é um ponto onde a linha de produção “trava”, fazendo com que as tarefas não fluam conforme o esperado. Ele impede a continuidade da produção. Em geral, pode-se dizer que os gargalos são causados pela falta de conhecimento do processo produtivo. Ao vê-lo de fora para dentro, às vezes, os detalhes que mais contribuem para gerar gargalos passam despercebidos. Conhecer o processo produtivo envolve, entre outras coisas, ter domínio sobre a gestão da matéria-prima e dos estoques, acompanhar o desempenho da equipe e das máquinas, além de conhecer os indicadores que podem servir de alerta para eventuais problemas. Alguns dos principais estão listados abaixo, assim você pode avaliar como anda a sua produção nesses aspectos e definir ações corretivas. – Gestão de matéria-prima Um boa gestão de matéria-prima onde você pode contar com fornecedores eficientes que entregam os insumos dentro dos prazos, evita que seja um gargalo. – Manutenção preventiva Revisar periodicamente os equipamentos e mantê-los em bom funcionamento, pois se houver um problema em maquinário, pode paralisar a produção, causar perda de qualidade no produto final e até desperdiçar insumos. – Equipamentos de alta performance Os equipamentos também podem ser causa de gargalos, seja por estarem obsoletos, necessitando de manutenção ou baixa eficiência. A Suljett do Brasil oferece soluções que te oportunizam economia, eficiência e segurança na sua linha de produção. Conte conosco para evitar gargalos em sua produção.
Prêmio Global De Vendas Hitachi 2021

Em fevereiro de 2021, recebemos da divisão internacional de vendas Hitachi a notícia de que alcançamos o terceiro lugar em vendas no ano de 2019. Isso mesmo, recebemos o Prêmio Global Sales Award que premia os maiores vendedores de Impressoras Datadoras Hitachi no mundo. Os critérios avaliados para o Prêmio Global são: quantidade de impressoras comercializadas, quantidade de insumos vendidos, e percentual de crescimento destes indicadores nos anos de 2017, 2018 e 2019. Com muito orgulho recebemos o troféu que simboliza esse marco, pois trabalhamos muito para atender a necessidade de nossos clientes, oferecendo os melhores equipamentos de codificação e rastreabilidade disponível no mercado, além de contar com uma equipe altamente qualificada que tornou o resultado possível. E não paramos por aqui, pelo contrário, já estamos trabalhando em um ciclo de melhoria contínua para que a satisfação de nossos clientes seja cada vez mais atendida e esperamos em breve mais premiações internacionais, mostrando que estamos no caminho certo. Fica aqui nosso agradecimento a todos colaboradores Suljett do Brasil, todos parceiros da Hitachi e todos os nossos clientes que confiam em nossas soluções.
Codificação e marcação industrial para tubos e conexões

Veja uma seleção de impressoras industriais indicadas para atender as necessidades de codificação e marcação para diferentes tipos de produtos e embalagens das industrias fabricantes de tubos e conexões. — Na escolha por impressoras industriais para a codificação de tubos e conexões é importante encontrar equipamentos que atendam critérios de facilidade na aplicação de diferentes superfícies (PVC, PET, PEAD) sem perder a qualidade de impressão. Opções de jato contínuo de tinta (CIJ) ou a laser poderão ser escolhidas para atender praticamente qualquer superfície. Também importante, a alta produtividade e rendimento integrado ao seu sistema de produção são vantagens que merecem atenção. As impressoras de tecnologia japonesa Hitachi permitem 5 anos de garantia e baixo custo de manutenção, totalmente alinhadas às normativas brasileiras. Conheça alguns modelos: Impressoras Inkjet Hitachi UX-D140W Por que é indicado para codificação na indústria de conexões? A impressora de alta resolução UX-D140W é ideal para aplicações de micro impressão, onde a legibilidade é crítica e o espaço de impressão é limitado. Clique aqui para ver mais: https://suljett.com/impressoras-hitachi-ux-d140w-micro-caracter/ Impressoras Inkjet Hitachi UX- Séries D Por que é indicado para codificação na indústria de tubos e conexões? Reduza seu custo de operação com até 40% de uso mais eficiente de solventes* Suporta ambientes severos de lavagem Projeto higiênico seguindo as diretrizes da indústria Inovador design de cabeça de impressão melhora a velocidade em até 20% em certas aplicações Integre-se aos sistemas de fábrica usando protocolos padrão do setor com módulos de fluxo de trabalho opcionais Reduza significativamente o erro do operador por meio do avançado Acesse instruções de vídeo incorporadas guiadas para tarefas rotineiras da impressora Acesse especialistas técnicos com o toque de um botão através do Serviço Remoto *Em comparação com os modelos de linha RX existentes Clique aqui para ver mais: https://suljett.com/hitachi-ux-series-d/
Detector de metal – funcionamento e limitações de uso

A tecnologia do detector de metal tem sido aperfeiçoada há muitos anos, sendo o primeiro detector construído em 1948, no Reino Unido. Esta tecnologia cresceu e evoluiu de tubo transistor para tecnologia DSP (Digital Signal Processor) de alta precisão, que é a utilizada atualmente. Os detectores de metal detectam contaminantes metálicos em todos os produtos alimentícios, independentemente do tipo de produto e trabalham com um sistema de bobina equilibrado que transmite uma frequência, enquanto os receptores analisam os sinais gerados pelos produtos. Detector de Metal – Funcionamento para Produtos Úmidos Um detector de metal geralmente funciona com dois modos, “úmido” e “seco”. Um produto “úmido” é considerado um produto condutivo, tais como a carne crua, leite líquido, queijo, massas frescas, e peixes. Todos estes produtos são condutivos e têm o que chamamos de efeito do produto. Isto significa que, quando este produto passa através de um detector de metais, a unidade terá de “aprender” o efeito do produto e eliminá-lo. Se uns destes produtos estão contaminados, o detector de metal irá comparar o sinal “aprendido” o produto e o sinal de produto contaminado irão gerar uma detecção. Os produtos “úmidos” tendem a ter menor detecção de contaminantes, dependendo de quanto seja o efeito do produto que o detector precise aprender. Em média, um produto seco, tal como um pedaço de pão, irá detectar 1,5 milímetros de material ferroso; 2.0-2.5mm de não ferroso e 3.0-3.5mm de aço inoxidável. Por outro lado, uma caixa de 25 kg de carne fresca é um produto que tem grande efeito e provavelmente irá detectar 5.0-6.0 mm Ferroso, 6.0-7.0 mm Não Ferroso, e 7,0 milímetros Aço Inoxidável. Isto porque o detector precisa ultrapassar o efeito do produto. Outro erro muito crítico que é repetido continuamente na indústria, é a compra de um detector de metais para vários tipos de produtos úmidos, passados ao mesmo tempo e na mesma linha, onde só se pode calibrar um tipo de produto por produção. Isso é considerado crítico porque um detector de metal tem de “aprender” sobre o produto para maximizar a detecção de contaminantes. Infelizmente, em linhas de produção que passam vários produtos ao mesmo tempo, o detector de metal não consegue aprender sobre todos os produtos e é necessário reduzir a potência do detector para permitir a passagem de vários produtos e consequentemente, perde-se sensibilidade. Neste exemplo, um detector de metais pode detectar apenas 10 milímetros de aço inoxidável. Se o cliente passasse um tipo de produto de cada vez, ele poderia conseguir uma melhor sensibilidade, mais próxima de 7 mm para aço Inoxidável. Minha recomendação para produtos úmidos é passar apenas a produção de um tipo de produto por detector para maximizar a detecção de contaminantes. Detector de Metal – Funcionamento para Produtos Secos Produtos secos, por outro lado, são os melhores amigos dos detectores de metais. A maioria dos produtos secos não tem nenhum efeito sobre produto, uma vez que não tem propriedades condutoras. Isso significa quando um produto seco passa por um detector causará pouca ou nenhuma perturbação no campo do detector de metais. Neste caso, o detector de metal irá “aprender” a vibração do sistema, permitindo a maximização da detecção. Uma vez que o produto e o detector de metais não estão competindo com os sinais, que podem reduzir a detecção de amostras para ensaio com contaminantes muito pequenos. A melhor detecção de contaminantes de produtos “secos” depende principalmente do tamanho da abertura do detector de metais. A regra é quanto maior o detector de metal, mais difícil será a detecção do contaminante. Por exemplo, uma barra de chocolate que passa por um detector de 150 mm x 150 milímetros de metal irá detectar 0,8 milímetros de contaminantes ferrosos, 0,8 milímetros de não Ferrosos, e 1,2 milímetros de aço inoxidável. Outro exemplo: 50 kg de açúcar passando por um detector de 700 milímetros x 300 milímetros tem limite de detecção de 1,5 milímetros para material ferroso, 2,0 milímetros Não Ferroso, e 2,0 milímetros de Aço Inoxidável. Os detectores de metal até 700 milímetros x 300 milímetros passando produtos “secos” terão capacidade de rodar 2,0 milímetros de Aço inoxidável, desde que o produto não seja composto por altos teores de sal de aditivos elevados de ferro. Se este for o caso, a unidade irá detectar 2,5 milímetros de Aço inoxidável. Se uma linha de produção de um produto é executada em um detector de metal maior do que o indicado acima, a instalação terá de aumentar os seus padrões de detecção a 2,5 mm aço inoxidável. Infelizmente, não existe nenhuma outra tecnologia disponível no mercado para detectar 2,0 milímetros, em sistemas maiores do que 700 milímetros x 300 milímetros. Essas são as tecnologias disponíveis para a detecção de metais no mercado hoje. Com esta informação você pode criar seu padrão de detecção de metais em sua planta. A ANVISA (Agência Nacional Vigilância Sanitária) publicou em 28 de Março de 2014 a RDC Nº 14, que dispõe sobre matérias estranhas macroscópicas e microscópicas em alimentos e bebidas e seus limites de tolerância, segundo a resolução para os contaminantes metálicos a tolerância deve ser 2,0 milímetros em todos os produtos alimentícios. Infelizmente para os produtos “úmidos”, (a menos que seu produto seja pequeno e não tenha grande efeito de produto) a tolerância estipulada poderá não ser atingida por nenhum dos sistemas de detecção de metais (raios-x ou Detectores de metal) do mercado. Por outro lado, produtos “secos” geralmente não terão problemas, desde que o detector de metal continue menor do que 700 milímetros x 300 milímetros. É importante notar que, mesmo com esse tamanho de cabeça, apenas algumas empresas de detector de metal serão capazes de detectar 2,0 milímetros de aço inoxidável e eu recomendo que você peça para o fabricante do detector testar seu produto no tamanho e condição original, antes de adquirir o equipamento. Por: Pierre DiGirolamo Fabricante de detector de metal Fortress Technology, publicado originalmente em FoodSafetyBrazil.
Suljett é líder em vendas da Hitachi

Pelo segundo ano consecutivo, a Suljett foi premiada por ser a distribuidora Hitachi de maior destaque. — Com um crescimento de 112% ao ano, a Suljett do Brasil se mantém consolidada por sua excelência e credibilidade como distribuidora da marca japonesa Hitachi, uma das maiores fabricantes de equipamentos para marcação e codificação no mundo. O reconhecimento foi entregue à equipe da Suljett por Francisco de Brito, representante da Hitachi América. “Este prêmio nos deixa com muito orgulho. Ele nos mostra que estamos no caminho certo, pois trabalhamos com marcas que são referência mundial em inovação e com os mais altos critérios de qualidade. Buscando oferecer sempre o melhor, conquistamos a confiança dos clientes. É assim que trazemos tecnologia de ponta para o Brasil, posicionando as indústrias daqui no mesmo nível do resto do mundo”, destacam os diretores da Suljett. Somos muito mais! Durante o ano de 2019, a Suljett do Brasil realizou diversos investimentos em infraestrutura e capacitação. Destaque para a ampliação da sede de Porto Alegre, com o novo showroom e laboratórios. Também contou com capacitações e treinamentos para todos os setores, visando a melhoria contínua em atendimento e suporte. Diversas ações integraram a estratégia de crescimento e expansão prevista para o ano de 2020, sempre buscando trazer aos clientes o melhor em tecnologia. Com as ações relacionadas à inovação e melhorias, lançaram o slogan: Somos muito mais! Que reflete a excelente atuação da empresa e a comemoração dos 10 anos de serviço à indústria no ano de 2020.
Especialista em Detectores de Metais detalha riscos alergênicos para processamento de alimentos
O atual aumento das ocorrências de alergias e intolerâncias alimentares é difícil de ignorar. Mudar estilos de vida, aumentar a proteção contra germes e certas tendências alimentares “saudáveis” ou “exóticas” podem estar contribuindo para o aumento das intolerâncias ou alergias. Oito principais alérgenos alimentares – leite, ovo, amendoim, nozes, trigo, soja, peixe e crustáceos – são responsáveis ??pela maioria das reações graves de alergia alimentar nos Estados Unidos. Alergia ao gergelim é uma preocupação emergente. Para fábricas de processamento de alimentos, ter uma estratégia robusta de contaminação e contato cruzado é primordial e os fabricantes de equipamentos estão respondendo para oferecer formas mais inteligentes e flexíveis para os processadores adaptarem seus procedimentos de limpeza e minimizar os desafios de higiene neste ponto crítico da linha, tanto para alérgenos e patógenos de origem alimentar. A Fortress Technology explora a lógica por trás deste problema crescente e como as fábricas podem lidar com estes riscos. Alergias são a sexta principal causa de doenças crônicas nos Estados Unidos Os dados confirmam que os desafios em torno das alergias na América do Norte são reais e estão em ascensão. O número de pessoas com alergias alimentares nos EUA é maior do que todas as populações de Nova York, Los Angeles e Chicago combinadas. Aproximadamente 15 milhões de pessoas nos EUA têm alergias alimentares, com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças informando que entre 1997-1999 e 2009-2011, a prevalência de alergia alimentar entre crianças aumentou em 50%. Embora reações alérgicas graves, potencialmente fatais, relacionadas à alimentação ainda sejam relativamente incomuns, estudos sugerem que mais de 200.000 pessoas fazem uma viagem ao pronto socorro como resultado de alergias alimentares. Isso é aproximadamente uma pessoa a cada 2,5 minutos e um aumento de 265% para internações entre 1997 e 2007, de acordo com o Centro de Controle de Doenças. SUA MAQUINARIA DE FÁBRICA É SANITÁRIA? Para a cadeia de fornecimento de alimentos e bebidas, a redução do risco de exposição do consumidor a alérgenos começa com o maior cuidado em obter todos os ingredientes, auditar fornecedores e assim por diante. Mas os benefícios de gerenciar cuidadosamente o conteúdo de alérgenos podem ser anulados na fase de fabricação por contaminação cruzada. Os riscos aqui são especialmente agudos, uma vez que apenas pequenas quantidades de um alérgeno podem desencadear uma reação séria em um doente. Por esse motivo, os fabricantes maiores irão, quando possível, separar as áreas de produção que lidam com alérgenos conhecidos, como nozes e frutos do mar. Para fabricantes menores, esta opção pode não estar disponível. Neste caso, a ênfase deve recair sobre a higiene e boas práticas de processo. De fato, quando os alérgenos potenciais estão presentes, ou podem estar presentes, em alguns conjuntos de ingredientes, mas não em outros, a limpeza deve ir além dos requisitos higiênicos normais. Mesmo quando o processamento de calor está envolvido, os alérgenos ainda podem sobreviver a altas temperaturas. Os protocolos de limpeza de equipamentos devem ser formalizados e incluídos no treinamento da equipe. Todo processo de limpeza precisa ser verificado e documentado. Como parte de um processo de validação, testes regulares, incluindo cotonetes de Pontos Críticos de Controle, devem ser programados para garantir que essas áreas não apresentem alergênicos. Resíduos de produtos, potencialmente incluindo alérgenos, podem ser especialmente problemáticos em sistemas de detecção de metais por gravidade para partículas e pós, como chocolate em pó. Pode ser o caso, por exemplo, de uma embalagem industrial ou do processamento de diferentes cereais, farinhas e misturas de panificação, onde evitar o teor de glúten em certos produtos pode ser extremamente importante. Mas líquidos, semi-líquidos e lamas em sistemas de tubulações podem apresentar problemas próprios. Tomemos, por exemplo, a tendência de incluir produtos lácteos adicionados ou proteína de soja, ou teor de leite, em bebidas. As proteínas lácteas podem não ser um problema em que as bebidas são elas próprias baseadas no leite, mas a mesma linha de envase que manuseia águas e outros refrigerantes fortificados com fontes de proteína, como o whey protein, também pode utilizar produtos livres de laticínios. A mesma questão pode ser a de uma linha enchendo sopas frescas em potes ou caixas, onde receitas, incluindo peixes e frutos do mar, alternam com outras que evitam esses ingredientes. Identificando links de higiene mais fracos Mudanças eficientes de produto são críticas para a produtividade. Para os gerentes de fábrica que enfrentam trocas regulares, é essencial que as linhas de processamento, enchimento e embalagem sejam projetadas para facilitar a limpeza rápida e profunda. Quando se trata de especificar a detecção de metal no processo, isso significa que as superfícies de contato nos sistemas de transporte, tubulação e gravidade devem ser tão suaves e livres de fendas quanto possível. Isto é parcialmente para garantir que não restem vestígios de produtos, alérgenos ou bactérias, mas também para reduzir o risco de os agentes de limpeza não serem totalmente lavados. A limpeza a alta pressão pode muito bem ser implantada para uma lavagem rápida e eficaz, e a carcaça do detector de metal deve ser suficientemente robusta para suportar isso. Ao selecionar um sistema, deve-se tomar cuidado para identificar equipamentos com uma classificação de proteção de entrada (IP) apropriada ao regime de lavagem aplicado. Além desses critérios gerais para todo o sistema, atenção especial deve ser dada à unidade rejeitada. Idealmente, isso será destacável (facilmente destacável, mas de forma rápida e segura também) para permitir a limpeza completa. Naturalmente, existem muitas outras fontes potenciais de contaminação cruzada em uma fábrica de alimentos e bebidas. Boas Práticas de Fabricação (BPF) fornece muitas orientações sobre a higiene e o comportamento do pessoal. Mas o papel potencial dos operadores na disseminação de alérgenos ao mover os ingredientes pelo chão em recipientes não selados, executando produtos alergênicos no início do turno ao invés do final, não mudando ou limpando equipamentos de proteção, por exemplo, precisa ser levado para casa onde o os riscos são especialmente altos. Ao contrário das anomalias de rotulagem, que provavelmente aparecerão assim que o produto chegar ao revendedor, o